segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O passado já não mora mais aqui



 Apenas para constar, hoje eu não estive aqui.
O aqui já não existe mais.
Perdeu os sentidos.
Sinto muito.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Uia!

Carambaaaaaa!!!

Quanto tempo faz que eu não entro aqui!!!!

É que eu ando ocupada, aliás, muito ocupada com meus 600 alunos, 4 empregos, uma determinada função de grande responsabilidade num Centro Espírita, com a administração de uma púrpura trombocicopênica idiopática que me apareceu em fins de maio, e com um curso de russo... É, meu namorado é filho de russa com lituano!

Tem um monte de coisa que eu preciso fazer e ainda não consegui, e espero que as férias de julho me dêem aquela esperança, pelo menos, de acertar certas coisas...

Tem uma coisinha me incomodando... aiaiaia...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Carta Entreaberta

Estreando 2010 no blog, meu texto até parece um pouco da cópia deste da Lê aqui embaixo, mas não é. Também é uma carta aberta... Aliás, não tão aberta assim; entreaberta, digamos.

2009 foi um ano punk. Foram 365 dias de muita emoção, como diria o famoso apresentador/locutor/seiláoquê, pautado por oscilações de humor, notícias, grana e, principalmente, doenças. Minha mãe foi um verdadeiro caso para House MD, caso ele existisse sem ser na ficção. Passei a ver a morte como a Dona Morte (sim, aquela dos quadrinhos do Maurício de Sousa), que se deu mal e não levou quem até tava pedindo para levá-lo. Passei a acreditar que Deus ou nosso Anjo da Guarda ou, simplesmente, que a Força existe: basta crer, pedir e esperar. Verifiquei que a Lei de Newton é eficaz, certeira e infalível: tudo o que você faz tem volta, ou melhor, para toda ação há uma reação igual e oposta, e com força triplicada. Dá-me até pena de quem desobedece (ou desacredita) nesta Lei. Ninguém pode negar que ela exista, pois foi "promulgada" desde o início dos tempos.

Se estou diferente? Sim, estou. Sinto-me mais leve, segura, feliz, protegida. Ganhei amigos novos e experiências marcantes. Joguei fora o que não prestava mais em minha vida, como pessoas, coisas, sentimentos medíocres e emoções inóquoas. O caminhão de lixo passou rápido e fez uma limpeza geral.

Um novo tempo? Com certeza. Alguém acordou de um sono profundo nas encruzilhadas em T. Também sei de coisas que só Deus sabe, porém com o dom pelo qual fui preparada, que escolhi ter nesta empreitada, eu não posso me desfazer dele, é inevitável. Assim com o que nós temos... não podemos esconder de ninguém, ele é puro, de outras vidas... Tenha coragem, vou poder lhe mostrar o quanto é bom e maravilhoso essa nossa próxima viagem.

Perdi um dente mas não me perdi nas opções. Sou muito mais capaz de fazer escolhas e digerí-las.

Uma boa notícia: em breve vou devorar... VOCÊ.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mais uma carta aberta.

Eu só queria dizer que eu estou muito, muito, muito feliz. Porque eu sinto que um tempo novo se inicia, e isso só é possível porque eu tiro forças nem-sei-de-onde para continuar a minha jornada. Eu estou diferente. Muito diferente de alguns anos atrás, quando eu dizia que havia mudado, mas não havia jogado fora o lixo que se acumulava dia após dia. Evoluir não basta, precisamos mesmo é de uma revolução! E isso se deu em mim, definitivamente. Claro... a guilhotina precisa cantar muito ainda... E eu, particularmente, preciso mesmo é cantar aquele "mantra sagrado" Sabe qual é? Aqueeeeele: f...... Entendeu? Poderosíssimo!

Mas isso nem é tudo. Essa carta aberta é para você. Sim, para você mesmo. A curiosidade matou o gato, diga-se de passagem, então, cuidado com ela, mesmo porque eu estou a um passo de facilitar uma catarse, se é que você me entende! Eu não vou dizer não, oras. As portas estão se abrindo, os caminhos vão se estreitanto e se cruzando, as rosas nascem livremente nas alamedas em T, eu sei de coisas que não deveria saber, mas enfim... Escapar não será possível. Basta você saber o quanto você consegue ser justo e verdadeiro consigo mesmo. Preste atenção nos olhos, que são as janelas da alma, e esta frase, prá lá de batida é a pura verdade. Pipoca aqui, pipoca ali, pipoca acolá, uma hora a pipoca estoura para as bandas de cá, estou te falando, prepare-se, porque não vai ser bolinho! E juro-te.... não te arrependerás! Porque o tempo não é capaz de calar a voz da alma, e a egrégora que se formou sobre nossas cabeças está praticamente se materializando... Não, você não tem noção do que as formas-pensamento são capazes de fazer!

E eu te digo: aquiete-se, porque existem coisas que não são possíveis de serem evitadas. Eu estou convicta quanto a isso e confio no destino. Que o melhor aconteça para nós, inclusive a negação de tudo isso que eu, uma pessoa intuitiva, escrevi. Tenha certeza de que tudo está como sempre foi... As pastagens continuam verdes e cobertas pelo céu cinzento, enquanto as ovelhinhas pastam calmamente... A lareira continua acesa e o cheiro do café ainda é forte e acalentador... O som continua estridente e instiga à rebelião... Os olhos continuam a te buscar no infinito. Todas as coisas te aguardam...

O rito nada sumário.
O sacro ofício secreto.
Acendendo as luzes
No caminho de el-Rei.


(Espaço reservado para palavras secretas - ********************).
Alessandra.


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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Diálogo Provável parte 145/2

Sala escura, uma xícara de chá.


PG - ...
ME - ...
PG - ... E aí, não vai falar nada?
ME - Não.
PG - Não vai me blasfemar hoje?
ME - Quem, eu? Desde quando eu faço isso?
PG - Hahahahaha... Claro, vou fingir que você não sabe que eu sei que você sabe.
ME - Ah, para com isso... Aliás, vou te contar uma coisa.
PG - Uia, conta, conta!!!!
ME - Sabe, essa "onda" que apareceu nesses últimos meses. E que eu saí por cima, diga-se de passagem... O saldo foi positivo, sabia?
PG - Mas é claaaaaro que eu sei, né? Quem você acha que preparou o palco, mocinha?
ME - Eu sei que foi você... Mas olha, o fato equivaleu a um grande exorcismo! Porque eu mandei embora tudo o que não prestava, e de uma vez só...
PG - ( interrompendo) Ééééééééé.... e usando um belo de um bode expiatório, né?
ME - É!
PG - Você não tem vergonha?
ME - Eu não! O exorcismo foi a melhor coisa que me aconteceu nesse ano... O bode tá perdidinho no deserto, coitado, carregando todas as culpas de todo mundo, o ódio, o rancor, a mágoa, a crueldade. Dane-se o bode! Nunca fui tão dona de mim, AMEI o que fiz! Nada como uma reação certa para a ocasião certa! E agora estou aqui...livre, leve, solta, com a auto-estima lá em cima. Não dê milho para o bode... DÊ UM BELO DE UM EXORCISMO! No fundo, no fundo, ele bem que merece, HAHAHAHAAH!
PG - Afff... tô começando a ficar com medo de você!
ME - Eu sei que você me ajudou na hora certa, nem vem...hahahahah!
PG - Mas uma coisa você vai ter que engolir: por que o bode caminhou tanto e chegou até você? Por que VOCÊ, mocinha?? Vai, raciocina... Tá aí se achando a última trakina de morango da hora do recreio SÓ porque praticou a arte do exorcismo e arrasou geral deixando milhares de mortos e feridos, mas me responda, por que VOCÊ???
ME - ................
PG - Vai, me fala o que eu quero ouvir!
ME - Porque por algum motivo obscuro e lilithiano eu carregava todo aquele mal dentro de mim.....
PG - BRAVOOOOOO! Agora você pode terminar o seu chá e seguir em frente, escutando a sua intuição, QUE ESTÁ CERTA MAIS UMA VEZ! Prepare-se, milagres acontecerão! Deixe a porta aberta e a boca fechada.
ME - (respira).

FIM!


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Correção dos 20 velhos ditados

01- "É dando que se ... engravida". 
02- "Quem ri por último... é retardado".
03-
"Alegria de pobre... é impossível".
04-
"Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05-
"Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06-
"Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07-
"Gato escaldado... morre, porra!"
08-
"Quem espera... fica de saco cheio."
09-
"Quando um não quer... o outro insiste."
10-
"Os últimos serão ... os desclassificados."
11-
"Há males que vêm para ... fuder com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
12-
"Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
13-
"A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."
14-
"Quem dá aos pobres... cria o filho sozinha."
15-
"Depois da tempestade vem a .... gripe."
16-
"Devagar.... nunca se chega."
17-
"Antes tarde do que ... mais tarde."
18-
"Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
19-
"Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro."
20-
"Pau que nasce torto... urina no chão."



domingo, 18 de outubro de 2009

Ah, o amor... O mais sublime dos sentimentos!!


Mulher que desapareceu no Metrô narra como um flerte virou ‘amor bandido’

Auxiliar sumiu por 5 dias em SP para viver com assaltante que fingia ser médico.
'O amor faz perder o fôlego e também o juízo', afirmou a mulher de 39 anos.

Foto: Marcelo Mora/G1

Sandra Regina Martins: 'Foi um amor louco, um amor bandido' (Foto: Marcelo Mora/G1)

Um flerte nas escadarias da estação Sé do Metrô se transformou em “um amor bandido” vivido pela auxiliar administrativa Sandra Regina Martins, de 39 anos.
Narrada com detalhes, a epopeia pela qual passou Sandra é digna de romance policial misturado com  comédia romântica dos anos de ouro de Hollywood e pitadas de aventura e mistério. Não faltaram nem mesmo caminhadas intermináveis, de dia e de noite, por várias regiões de São Paulo, passeios seguidos de Metrô e pernoites em hotéis fuleiros do Centro da capital.

Sandra Regina desapareceu no último dia 29, uma terça-feira, e só reapareceu na noite de sábado (3). Nestes cinco dias, ela abandonou o emprego no qual ficou apenas um dia, a segunda-feira (28), deixou um carro com a bolsa dentro em pleno Largo São Francisco, no Centro, vendeu o celular para poder se alimentar e pagar um quarto onde pudesse passar a noite e até entregou o cartão do banco, com a respectiva senha, para uma pessoa que acabara de conhecer. Tudo para viver um grande amor.

“Quando o conheci, ele me disse que tinha lido a seguinte frase no Metrô: ‘O amor faz perder o fôlego, mas também faz perder o juízo’. Foi o que aconteceu comigo”, admitiu Sandra Regina ao G1, depois de passar a segunda-feira (5) prestando depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP) da Polícia Civil.

O ‘ele’, no caso, ao qual ela se refere é Juan, que se apresentou, inicialmente, como médico da Santa Casa de Misericórdia, no Centro, virou assaltante de banco no desenrolar do romance e afirmou ser bacharel em Direito com condenações por vários artigos, incluindo latrocínio (roubo seguido de morte), do Código Penal Brasileiro, segundo afirmações do próprio à Sandra Regina.

A princípio, ele alegou morar no Espírito Santo, mas foi cumprimentado por vários frequentadores do Centro, segundo ela, e a todo instante demonstrava temor de ser reconhecido por algum policial. Nada disso, no entanto, importou. Desde o início, Sandra Regina se encantou por Juan. “Me senti muito atraída. Ele é muito charmoso, muito gentil, muito cativante”, contou.

Flerte fatal
 
A história começou com um flerte no último dia 21 de setembro na Estação Sé do Metrô. “Nos encontramos ali, mas ele me seguiu até a estação Vergueiro. Ele desceu atrás de mim, me apontou e disse: ‘Foi por causa de você’. Percebi que ele me olhava muito”, disse. Depois da tradicional troca de telefones, mais um encontro no dia seguinte, uma terça-feira (22), e o conseqüente primeiro beijo, também na escadaria da estação do Metrô.

Depois disso, apenas no sábado seguinte (26), ela recebeu notícias dele por meio de um torpedo de celular: “Esqueceu de mim!”, dizia a mensagem, segundo ela. A partir daí, a troca de mensagens foi incessante – e a vontade de reencontrá-lo, de permanecer junto, só crescia.

“Ele me disse que era divorciado e que tinha um filho, que era um médico bem-sucedido, que morava em um apartamento de R$ 1 milhão no Espírito Santo e chegou a me mostrar um extrato bancário com um saldo de R$ 15 mil. Pensei comigo: ‘Será que ele está querendo me comprar’”, afirmou, ainda com um pé atrás em relação ao novo – e desconhecido – amor de sua vida.

Com muitas gentilezas, cavalheirismo e histórias bem contadas, Juan, aos poucos, foi minando a pouca desconfiança que havia da parte de Sandra Regina. Em uma destas investidas, ele disse a ela que tinha vindo a São Paulo para tratar e operar um paciente na Santa Casa.

Em um dos encontros, ele, inclusive, se ofereceu para fazer uma operação em uma mulher com uma grande cicatriz de queimadura no braço que havia acabado de conhecer tomando cerveja em um bar próximo do hospital. “Fiquei até emocionada quando ele se ofereceu para ajudá-la. Ninguém ajuda ninguém nesta cidade e ele se ofereceu em troca de nada”, narrou.

Viciado em você
 
“Eu estou viciado em você”: os dizeres de mais uma mensagem de celular foram o golpe fatal no coração de Sandra Regina, seguido por uma chantagem emocional, no dia 28, também uma segunda-feira. Ele disse que precisava conversar com ela e que tinha uma notícia boa e uma ruim para dar.

“A boa: ‘Eu estou apaixonado por você. Nunca senti isso por ninguém. Larga tudo’. E depois ele me disse a ruim: ‘A minha ex- está hospedada no mesmo hotel que em São Paulo. Ela bloqueou o meu cartão, está tudo preso. Estou sem nada’. Falei que eu amava ele também, que estava apaixonada. Fiquei desesperada para ajudá-lo”, disse.

Em seu desespero para lhe estender a mão em um suposto momento difícil, Sandra chegou a levar Juan para sua casa na Zona Sul de São Paulo, onde mora com os pais, os irmãos e a filha de 11 anos, e até lhe ceder o cartão bancário, cujo saldo não passava de R$ 50, estima ela. “Ele pediu a senha do cartão e eu dei. Mas dei a senha errado, sem querer, e ele tentou fazer o saque de madrugada. Daí o cartão foi bloqueado.”

Diante da difícil situação de Juan, ela já havia se decidido a não trabalhar na terça-feira (29), dia de seu ‘desaparecimento’. Deu uma desculpa no novo trabalho e, apesar dos apelos dos pais e irmãos, decidiu novamente se encontrar com o ‘médico’. “Meus pais me ligaram desesperados, dizendo que ele era um assassino, que não tinha CRM. Eu disse para ele que eu não acreditava em nada do que eles diziam. Perdi o juízo mesmo”, reconheceu.

Já na noite de terça-feira, ambos sem dinheiro, decidiram vender os celulares para poder comer e arrumar algum lugar para dormir. O primeiro a ser negociado foi o dele. “Ele me falou assim: ‘Tem um gordinho lá naquele boteco que vai comprar’. Eu fui e pedi R$ 50, R$ 40 pelo aparelho, mas ninguém comprou. Acabei vendendo para um bêbado por R$ 30. Fomos para um hotel que o quarto custava R$ 30. Um lixo, mas tinha banheiro. Dormi com ele como marido e mulher”, disse. O carro, um Palio, já havia sido abandonado.

Nos dias que se seguiram, muitas caminhadas, idas e vindas de norte a sul de Metrô pela cidade, a preocupação com a falta de dinheiro e apenas a vontade de viver cada vez mais um grande amor, sem se preocupar com as consequência e a família.

Revelações
 
E, entre uma parada ou outra em bares e shoppings-centeres, um novo Juan começou a surgir. “Eu não sou um médico realmente, ele me disse. Vim fazer um serviço na Santa Casa. Ele me disse que deu um desfalque de R$ 380 mil na Santa Casa; R$ 80 mil para uma Terezinha, que liberou a entrada dele lá, e R$ 300 mil para ele”, revelou Sandra.

Depois, mais uma revelação: “Eu sou assaltante de banco, estou no crime há muito tempo. Não faço roubo pequeno, só milhões. Você vai ficar comigo?”. A resposta, segundo ela, saiu sem titubeios: “Vou ficar com você. Não vou te entregar. Não dormimos juntos?”. E os dias se sucederam até o sábado (3), dia de mais uma revelação: “ ‘Sandra, eu sou advogado, sou bacharel, eu tinha que fazer tudo isso’, ele falou. Depois, ele me disse os vários artigos que já tinha sido condenado”, contou.

Diante da separação iminente, ele orientou Sandra Regina sobre o que dizer aos policiais. “Se te chamarem na delegacia para depor, você vai falar que você conheceu um bandido que te amou demais, mas que esse dinheiro [R$ 10 mil que ele afirma ter depositado na conta de Sandra] foi por necessidade”, teria dito ele para ela. Sobre o valor citado, Sandra não teve a oportunidade ainda de conferir no banco se foi feito tal depósito, pois o cartão ficou com Juan, assim como a chave do carro.

Como uma rainha
 
Diante das dificuldades e riscos crescentes, a separação ocorreu às 22h30 de sábado na estação Luz da CPTM, depois de ela ter mentido dizendo que a amiga morava em Itaquera, na Zona Leste, em vez de Santana, na Zona Norte. “Ele ficou me olhando eu ir em direção à plataforma e depois saiu. Eu esperei um pouco e fui até Santana, ligar para minha amiga”, disse.

Antes, porém, juraram se reencontrar às 11h de domingo (4) em frente à catedral da Sé. “No domingo, já aqui em casa, eu queria ir me encontrar com ele. Cheguei a pegar a chave para sair, mas não deixaram. Não tenho medo”, admitiu.

Aos poucos, no entanto, a ficha começa a cair, apesar de guardar boas lembranças de Juan. “Ele me tratou como uma rainha. Não quero prejudicá-lo de forma alguma. Quero que Deus ilumine a vida dele. Mas é um sonho que está virando um pesadelo. Minha foto está na mídia e agora não posso nem sair de casa. No DHPP [Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Polícia Civil], me falaram para ter cuidado, porque ele pode estar envolvido com muita gente”, lamentou.

Depois do reencontro com os pais, os irmãos e a filha, a vida começa a entrar no eixo lentamente. Mas nunca mais será a mesma, admite Sandra Regina. “Quero levar a minha vida normalmente, mas isso me marcou para sempre. Foi um amor louco, um amor bandido”, finalizou, com os olhos mareados.

(Fonte: Portal G1)

É, idiota (tb acho). Ou: É idiota.

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