terça-feira, 11 de março de 2008

Por que o frango atravessou a estrada?

PROFESSORA PRIMÁRIA: - Porque o frango queria chegar ao outro lado da estrada.
CRIANÇA: - Porque sim.
POLIANA : - Porque estava feliz.
PLATÃO : - Porque buscava alcançar o Bem.
ARISTÓTELES :- É da natureza do frango cruzar a estrada.
NELSON RODRIGUES :- Porque viu sua cunhada, uma galinha sedutora, do outro lado.
MARX :- O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de frangos, capazes de cruzar a estrada.
AMIR KLINK :- Para ir aonde nenhum frango jamais esteve.
MARTIN LUTHER KING :- Eu tive um sonho: vi um mundo no qual todos os frangos serão livres para cruzar a estrada sem que sejam questionados seus motivos.
FREUD :- A preocupação com o fato de o frango ter cruzado a estrada é um sintoma de insegurança sexual.
DARWIN :- Ao longo de grandes períodos de tempo, os frangos têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas.
EINSTEIN :- Se o frango cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob o frango, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO :- Por que ele atravessou a estrada, não vem ao caso. O importante é que, com o Plano Real, o povo está comendo mais frango.
MALUF:- O meu governo foi o que construiu mais passarelas para frangos. Quando for eleito novamente, vou construir galinheiros deste lado, para o frango não precisar mais atravessar a estrada.
MACONHEIRO :- Foi uma viagem.
FEMINISTAS :- Para humilhar a franga, num gesto exibicionista, tipicamente machista. Tentando, além disso, convencê-la de que, enquanto franga, jamais terá habilidade suficiente para cruzar a estrada.
CHE GUEVARA :- Hay que cruzar la carretera, pero sin perder la ternura jamás.
CAETANO VELOSO :- O frango é amado, é lindo, uma coisa assim. Ele atravessou, atravessa e atravessará a estrada porque Narciso, filho de D.Canô, quisera comê-lo... ou não.
GILBERTO GIL :- Eu queria dizer que a metáfora da música brasileira na globalização efetiva dos carentes objetos da sinergia do frango fizeram a pluralização chegar aos ouvidos eternos da geografia assimétrica do outro lado da estrada.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA :- Porque queria se juntar aos outros mamíferos.

Leiam isso!!! (by Danuza Leão)

Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.

Uma das mentiras: É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante. É muito simples: não podemos.

Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante . Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?

Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos. Ah, quanta mentira!

Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta que trabalha, mas a que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.

Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida. Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro. Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro. É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.

Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos. Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.

Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.

E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver.

Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão. Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria. Parabéns para quem consegue fingir tudo isso....

Danuza Leão

segunda-feira, 10 de março de 2008

A esperança é a última que morre!

Um italiano de 101 anos vai se casar com sua namorada de 68 anos, após 56 anos de namoro.

O ginecologista aposentado Giuseppe Rebaudi se casará no mês que vem com Silvie Basain, com quem começou a namorar em 1952.

Curiosamente, a noiva teme agir de forma precipitada. "Namoramos por apenas 50 anos. Pode ser muito cedo para casarmos, mas só se é jovem uma vez", declarou Silvie.

A cerimônia ocorrerá na casa do casal em Bordighera, noroeste da Itália.

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Fica aqui a pergunta: ela vai se casar virgem?

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As minhas divagações irão ser publicadas daqui a pouco.

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Eu li essa notícia
aqui .

Variações de Pensamento

Leitores, por favor. Um minuto de vossa atenção.

Nosso ilustre colaborador, Cleber Maciel, quis introduzir (ui!) aqui (ai!...) mais um novo texto. Garanto que meu comentário sobre isso vai dar outro post, que já estava há alguns dias preparando para publicar.

Com vocês, Cleber.

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Estar assim a noite, meio que dormindo, meio que acordado. Sonhando com a cor laranja do vestido dela.


Se ela existisse até que seria muito bom. Faz algumas décadas que eu não sinto essa coisa arrebatadora chamada paixão!

Mas paixão pra quê?

Vamos nos amar e pronto. O amor sabe ser suave e intenso. Duplo e sem ciúme, cortez e animal.


Toda a sociedade mudou e a gente continua com as histórias da Carochinha que tem príncipe encantado, princesa, ursinho panda e final feliz!

Eu tenho é que rir de tudo isso, mas o pior que se eu começo a rir, claro, vou rir sozinho, porque ninguém está vendo mesmo. E o que é pior, é que se alguém está vendo, tem que fingir que não está vendo, se não o outro ao lado vai achar que realmente ele é louco.


Mas ela ficaria linda em um vestido laranja!

Acho que isso é fetiche masculino. Pode até ser, mas e daí? Que ela ia ficar linda ia, principalmente se ela existisse.