sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A peça que a Natureza pregou em MIM e virou tatuagem...

Conheci o Conde Drácula.


Mas quando cheguei perto....

Quando cheguei perto....

Quando cheguei mais perto...


....


Ai, ferrou.

...

Drácula havia subido um degrau, mas aí é outra história.


Rá!!!


(Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia e outras shakesperianices).

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A peça que a Natureza pregou em mim com ferro quente.

Eu conheci o Demônio.

Mas quando cheguei mais perto, vi que era só o Saci-Pererê.

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Rá!

...

(Traga a garrafa aqui, moleque).


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A peça que a Natureza pregou em MIM e eu nem ligo.

Uma

Duas

Treze


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Rá!!!


(Autosuficiência em piadas).


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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

A peça que EU vou pregar na Natureza!

Tipo assim.... (quando ela começa com "tipo assim", não vai prestar), eu até que tenho um histórico de intervenções interessantes em algumas ciladas que o destino me presenteou. Às vezes é melhor ficar quieta. Outras vezes não. Já dei alguns empurrõezinhos que tiveram um efeito borboleta bárbaro!

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Eu merecia uma vaga na Abin, outra na área 51 e no Terreiro Mãe Oyá de Aruanda!

Salve!

Feliz Natal, galerë!

Alessandra

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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A peça que a Natureza prega IV

Quem fica ciscando é galinha.

Quem revira o lixo é gato vira lata.

Quem se alimenta de restos mortais é urubu.

Quem vive de migalhas é pombo.

Quem dá risada à toa é hiena (afff).

Quem corre atrás do próprio rabo é cachorro maluco.

Quem vive dando cabeçada é mosquito que não sabe o que é janela de vidro.

E o ser-humano??

O ser-humano pensa. Ou deveria, né?

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Vem cá, Totó.


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A peça que a Natureza prega III

Ok, vamos fazer o caminho inverso desta vez, vamos pensar nas COISAS RUINS. Para dar uma verdadeira dimensão à determinados fatos que acontecem por aí. Quem disse que não resolve?

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