sábado, 14 de outubro de 2006

Dia 12 de Outubro

Pra viariar, só ando escrevendo nas festividades. Acredito piamente que somente em feriados estou tendo inspiração, mas nesse último (anteontem) tive uma dupla inspiração... Afinal, além de ter sido dia santo, foi aniversário do Benhê... :-P

Porém, contudo, todavia, para a frustração dos ávidos leitores, não vou escrever aqui o que escrevi para o Benzinho, sem sua devida autorização. Mas vou contar nossa saga para fugir em pleno dia das Crianças:

"Cleber me pegou em casa às 11 horas da manhã. Já era tarde, alguns já haviam desejado felicidades ao aniversariante, coisa que ele não aprecia tanto assim... Depois de caçarmos um lava-jato para dar banho no General (o carro), encontramos um disponível no Itaú Power Shopping, com a condição de fazermos umas duas horinhas pelas lojas (ai, minhas costas...).

Nunca vi tanta criança reunida. O shopping parecia uma verdadeira creche... O filme que pretendíamos assistir só tinha sessão às 21 horas... Almoçamos pastéis com um copo de refrigereco.

Enfim, ainda restava uma esperança, já que o Big Shopping estava passando 'Maldição' às 15 horas... Para lá nos dirigimos, mas quem disse que estava passando o filme? Tiraram os filmes adultos para faturarem com matinês!!! (affff)

Após fuçar em jornal alheio, ligar para o cunhado acessar a página de cinemas pela internet, fomos ao Shopping Cidade: além de termos feito outras duas horas para assistirmos um outro filme para assistir, tivemos que enfrentar uma fila quilométrica para comprar ingresso, tanto no caixa quanto no cartão e, no final..... filme horrível!!!

Voltamos para casa... Amigos e vizinhos de Cleber, muito divertidos, salvaram nosso dia: todos apareceram em peso com o bolo delicioso de Bete...

Enfim, que dia!!"

Lá em cima do piano tem um copo de veneno II.

Lá em cima do piano tem um copo de veneno.

1-) Quem bebeu morreu, o azar foi seu e o culpado não fui eu.

2-) Não se acanhe, fique à vontade.

3-) Despeje o veneno sobre as teclas e teremos um acid jazz!

4-) Que o engula o pianista durante os estudos de Chopin.

5-) O copo está lá... Beber ou não beber?


Escolha a sua alternativa.


Alessandra

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Indian Inspiration

Da mesma forma que Picasso teve sua fase rosa e Beethoven, sua fase "mozartiana", eu, GUARDADAS AS DEVIDAS PROPORÇÕES, estou vivenciando a minha fase "indiana/hindu" (ui!).

É por isso que também estou atendendo pelo nome de Kali. Claro que não é a toa. Não é fácil ter Kali como alter ego....

Bem, e prestando um serviço aos queridos leitores do nosso blog (ou seja, só a minha prima Elaine), transcrevo um maravilhoso Gayatri Mantra, para nos servir de inspiração.

O Gayatri Mantra está voltado à inteligência universal e procura orientar a consciência do homem para sua NATUREZA DIVINA.



Om bhur bhuvah swaha
Tat savitur varenyam
Bargho devasya dhimahi
Dhiyo yo nah prachodayat
Oh, espírito infinito, energia divina que o universo ilumina com a luz do Criador.
Oriente-nos a mente no caminho do uno e do bem
Dilapide a ignorância
Assim como o sol, à distância,
Dilapida as trevas também
Gostou, Laine? Fala pro meu cunhado entrar no nosso blog também. Um terceiro leitor é muito bem vindo!
Ah! antes que eu me esqueça! Da próxima, transcrição de uma passagem do "Cântico dos cânticos", na língua sefaradita (hebraico ibérico, chique, não?) Só que este, eu não traduzo, tá pensando o quê? Heheheheheheeheh...... Aguarde a minha fase hebraica!
Agradeço às maravilhosas cantoras do grupo de world music Mawacca pelas "inspirações"....
Alessandra

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Lá em cima do piano tem um copo de veneno.

Pois é... eis me aqui na tela do "gorila" depois de tanto tempo.

Os pensamentos jorram desesperadamente, e não vão me deixar dormir enquanto não escrevê-los.

Houve um tempo em que eu virava a noite olhando para o vazio, na sacada do meu apartamento, tentando entender as constelações... e o pior... ENTENDENDO-AS DE FATO!

Também já houve um tempo em que queimava pimenta com gengibre no meu caldeirão improvisado, jogando as cinzas ao vento. A lua me chamava alta madrugada, e eu a atendia.

Ah... passei pelo desejo de reivindicar a minha parte em sangue, lavando a balança da justiça. O que, definitivamente, não compete a mim.

É natural sentir-se um ser das trevas quando se cava um buraco infinito... Mas nem as trevas duram para sempre.

A luz do sol dissolve impiedosamente os miasmas crescidos durante a noite. Não há como se fazer com que o sol não nasça. Nada impede o rei de lançar seus raios sobre a terra e seus mundos inferiores.

Assim... gira-se a roda mais uma vez. Tente tapar os ouvidos: mesmo assim ouviremos os sons que nos rodeiam. Não temos pálpebras auditivas. Ouvir é preciso e obrigatório!

Então... OUÇA: o rancor é um copo de veneno que bebemos achando que o outro morrerá!

E viva a luz do sol!!!


Alessandra