Não, não é o ouro, não são os diamantes, não são os dólares nem o petróleo.
O bem mais precioso de que dispomos é o tempo.
Temos um tempo de vida. Um tempo determinado para cumprirmos tudo aquilo que acordamos em cumprir. Cada minuto desperdiçado é como se fosse uma gota dourada vital indo ralo abaixo. Porém, em compensação, cada novo minuto é uma nova oportunidade que se descortina.
O tempo não volta atrás. O tempo é inalienável, por mais que o "vendamos" na forma de trabalho. Colocamos um preço no nosso tempo, mas, como é possível quantificá-lo através de um valor monetário? Por que o tempo de um "vale" mais que o tempo de outro? E, por mais precioso que seja, por que o desperdiçamos tão frivolamente? Na frente de um aparelho de televisão, passando freneticamente de um canal a outro. Na frente do computador (epa!)...
A lista do desperdício é imensa! Isso sem contar o quanto gastamos cultivando mágoas e rancores desnecessários, pensamentos obsoletos, dúvidas insolúveis, idéias sem cabimento...
Você com certeza já pensou, e com muita raiva, em coisas melhores para se fazer enquanto estava naquela interminável fila de banco, mas, já ponderou sobre o tempo gasto acompanhando novelas, por exemplo? Aquele tempo gasto não volta atrás...
A cada minuto, a partir do nosso nascimento, estamos mais próximos do suspiro final...
Por mais que tenhamos a eternidade na nossa frente, como espíritos que somos, cada segundo gasto é um grão de areia caído na ampulheta de Melquisedec.
Um antigo filósofo japonês disse que o Tempo é o Senhor Supremo do Universo. Disse também que o Tempo é tão poderoso quanto Deus... É o tempo que fecha nossas feridas, que nos traz a maturidade e que dá uma nova visão das coisas. Claro, para aqueles dispostos a ver.
O tempo... Que o Universo nos dê sabedoria para utilizar o bem mais precioso.
quarta-feira, 21 de junho de 2006
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário