domingo, 17 de agosto de 2008

Dezesseis - O número da Torre.

Eu nem sei o que fazer com essas novas informações que me apareceram... A vibração ímpar da tua alma, teus eternos e enlouquecedores questionamentos, a prisão que impusestes a ti mesmo. Não, eu não vou me intrometer.

Só sei que a garganta aperta toda vez que te vejo envolto pelo sol da tarde naquela longínqua clareira, com tuas longas barbas brancas e teus olhos claros agudos perdidos no horizonte a procurar coisas que só tu compreendes. Tua sabedoria ancestral assusta. O que posso fazer? Ajoelho-me e cubro teus pés com minhas lágrimas. Sou tão pequena diante de ti... Mas que amor incondicional carrego dentro de mim! Acendo a fogueira, na esperança de que ela um dia se torne violácea, tu sabes que um dia precisaremos ser consumidos por ela....

Eu tenho algo para lhe dizer, mas direi na sua língua:

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........... ..... .......... ........... ... .............
.... .. ..... . .. .... ........... .... ......... .. .....

Entendestes??

E isto, meu senhor, aqui, agora e para sempre, e sob qualquer forma que vos apresentares. Meu coração é cativo de ti. Eu quero assim. Eu sempre quis assim...

Leve esta certeza, meu querido druida. E que ela possa aquecer teu coração tão imenso e forte, forjado num mundo que não é o nosso... E eu? Vou seguir o brilho vermelho das plêiades, talvez um dia eu volte...

Amo-te, senhor.


4 comentários:

Elaine disse...

Amor verdadeiro é pra sempre.

Alessandra disse...

Mas........

O que é para sempre???

Elaine disse...

Sem filosofias, please. Num começa...

Alessandra disse...

Chorar pode??