Recebi esse e-mail ontem e, espírita que sou, divulgo em razão de meu grande interesse em voar mais alto e que, de alguma forma, corresponde ao meu atual sentimento.
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Indagação de Allan Kardec, Professor francês, codificador do Espiritismo:
“Pessoas há que parecem favorecidas pela sorte, pois tudo lhes sai bem. A que atribuir isso?”
Resposta de seus instrutores espirituais:
“De ordinário, é que essas pessoas sabem conduzir-se melhor em suas empresas.”
Aí está. A aparente “boa sorte” nada mais é que o resultado de uma conduta inteligente à face das vicissitudes terrenas. Se quisermos prosperar, urge, antes de mais nada, que nós determinamos claramente o objetivo a ser alcançado. Não pode ter ímpeto de subir quem não tem orientação. Aquele que não sabe para onde vai, acaba por acomodar-se à situação em que está, deixando passar as horas, os dias e os anos na mais completa passividade.
Outrossim, não devemos esperar, ingenuamente, que nos convidem para participar do banquete da vida. Quando ficamos na expectativa da ocasião oportuna para intentarmos algo, geralmente ela não chega. É preciso partir em direção do triunfo desejado, arrostando sacrifícios, desafiando contingências, criando, enfim, as oportunidades que almejamos, tendo sempre na lembrança aquela máxima que nos adverte: “Há poucos bancos com sombra no caminho da glória.”
Quase todas as pessoas têm aspirações, desejos; poucas, entretanto, as que se propõem chegar à meta de seus sonhos. Diariamente, desperdiçam ensejos de se melhorarem, renovam promessas e intenções, mas o certo é que jamais chegam a realizá-las.
Cumpre estejamos advertidos, também, de que apreciável parte do que fazemos é produto ou resultado de influências que outros exercem em nós e muitas de nossas atitudes são o reflexo desse poder. Inconsciente ou conscientemente, imitamos, amoldamos, copiamos os atos e pensamentos de outras pessoas.
Assim, pois, se pretendemos classificar-nos entre os homens de primeira ordem, não devemos louvar-nos os indolentes, nem os negligentes, menos ainda os pessimistas...
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Indagação de Allan Kardec, Professor francês, codificador do Espiritismo:
“Pessoas há que parecem favorecidas pela sorte, pois tudo lhes sai bem. A que atribuir isso?”
Resposta de seus instrutores espirituais:
“De ordinário, é que essas pessoas sabem conduzir-se melhor em suas empresas.”
Aí está. A aparente “boa sorte” nada mais é que o resultado de uma conduta inteligente à face das vicissitudes terrenas. Se quisermos prosperar, urge, antes de mais nada, que nós determinamos claramente o objetivo a ser alcançado. Não pode ter ímpeto de subir quem não tem orientação. Aquele que não sabe para onde vai, acaba por acomodar-se à situação em que está, deixando passar as horas, os dias e os anos na mais completa passividade.
Outrossim, não devemos esperar, ingenuamente, que nos convidem para participar do banquete da vida. Quando ficamos na expectativa da ocasião oportuna para intentarmos algo, geralmente ela não chega. É preciso partir em direção do triunfo desejado, arrostando sacrifícios, desafiando contingências, criando, enfim, as oportunidades que almejamos, tendo sempre na lembrança aquela máxima que nos adverte: “Há poucos bancos com sombra no caminho da glória.”
Quase todas as pessoas têm aspirações, desejos; poucas, entretanto, as que se propõem chegar à meta de seus sonhos. Diariamente, desperdiçam ensejos de se melhorarem, renovam promessas e intenções, mas o certo é que jamais chegam a realizá-las.
Cumpre estejamos advertidos, também, de que apreciável parte do que fazemos é produto ou resultado de influências que outros exercem em nós e muitas de nossas atitudes são o reflexo desse poder. Inconsciente ou conscientemente, imitamos, amoldamos, copiamos os atos e pensamentos de outras pessoas.
Assim, pois, se pretendemos classificar-nos entre os homens de primeira ordem, não devemos louvar-nos os indolentes, nem os negligentes, menos ainda os pessimistas...

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