Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de março de 2008

Dia Internacional das Mulheres



Porque ontem eu não falei nada sobre o dia da Mulher.

Viva a Eva, que comeu a maçã e nos ensinou a torturar os homens até hoje. E num tem nada daquela historinha de Adão que comeu a Eva e a maçã de sobremesa...

Sem a ousadia de Eva, ninguém teria conhecido nada, só a harmonia sem fim, sem evolução. Foi o despertar (e desespero) da sociedade. Eva nunca foi reconhecida como uma grande líder, que teve coragem de se arriscar e não ter medo de ser feliz.

É essa ousadia em que devemos nos espelhar, pois podemos nos arriscar, surtar, dançar sem limites, mudar o que não está bom e cuidar com carinho do que está. Não existe sexo frágil, pois somos fortes, íntegras, corajosas e sedutoras.

Como é bom ser mulher!

Enfim... Adorei o texto que li hoje, que fala justamente disso: clique aqui!


domingo, 24 de fevereiro de 2008

A egrégora - Atenção, amiguinhos!

Sim, eu sei que tenho que continuar a big bang novela real e veridicamente verdadeira "Os Fatos" e responder as postagens da Elaine e Cia (né, Cleber querido, seja sempre bem vindo nessas paradas), mas, como não consigo dormir, preciso escreveeeeeeeer!

Em primeiro lugar, quero falar da p... de quadratura do c... da m... da pqp de Plutão com Marte, que está para acontecer nesses dias e que vai se estender até 23 de março, mais ou menos... Pra quem não sabe, Plutão é o deus dos infernos, e está "brigando no céu" (quadratura) com Marte, que é o deus da guerra. Um aspecto extremamente negativo: lutas, desentendimentos, coisas pequenas tomando proporções drásticas, e por aí vai... Por coincidência (coincidência o caramba...), está para acontecer a audiência do meu divórcio, que não sei por que cargas d'água está demorando e dando tanto pepino. Os reflexos de plutão já estão se fazendo sentir, e eu fico preocupada se vou conseguir passar por este período sem esfaquear alguém. Bom, deixo isso como aviso a quem quiser me irritar, certo??!!!

Outra coisa em que estive matutando nesses últimos dias: a "egrégora". É sério, como disse Buda (ou Confúcio?) VOCÊ NÃO É O QUE VOCÊ PENSA QUE É, MAS O QUE VOCÊ PENSA, VOCÊ É! Deu pra entender?? Não?? Seguinte: (desenhando) "Você não é o que você pensa que é" - Somos muito, muito mais complexos do que pensamos, por isso o autoconhecimento é tão difícil e ao mesmo tempo tão instigante.
"Mas o que você pensa, você é" - esse é o nó górdio da questão, juquinha. Experimente ficar pensando numa coisa sem parar... Como uma antena que manda e capta frequências, uma hora, essa coisa, ou o seu equivalente acontece. É por isso que tantos padrões se repetem na vida das pessoas, sejam eles positivos ou não. A Lúcia me disse que esse "névoa" de pensamentos que paira sobre a cabeça de cada um, pode ser chamado de "egrégora" , invisível aqui, mas real e palpável em outros planos. Essa egrégora pode ser negativa ou positiva. Na verdade, ela pode ser de qualquer jeito. Aquele livro da moda, "O Segredo", não está errado. Pense, pense muito, e você atrairá. O que quer que seja, pois o Universo não discrimina nada...

Mas eu escrevi tudo isso para chegar à conclusão do porquê de estar atraindo determinados tipos de, digamos, "padrões" dentro da minha vida. Imagine a cor da egrégora pairando sobre mim... Eu mandei a frequência de uma forma inconsequente, admito. E agora, colho os frutos equivalentes (eu disse equivalentes!) ao que irradiei. E isso é uma merda!

Tem uma egrégora que cultivo há muito tempo, ela deve estar imensa... Quero só ver quando ela se manifestar no plano físico. Nem vem, juquinha, a Caballah explica que tudo se inicia no plano invisível. O que é matéria aqui já foi um dia forma pensamento, e nunca vice-versa. Vamos esperar, né?? Vai ser uó.


sábado, 23 de fevereiro de 2008

Perdição

O texto abaixo foi enviado para mim pelo perdido Cleber, escrito por ele.

(Aplausos)

Com vocês, ó pedaço de mim Cleber Maciel:

.
.

Existe algo de errado na comunicação verbal e corporal com as coisas ao redor.

Está faltando algo que eu perdi. A nítida sensação que tenho é que perdi alguma coisa. É como se eu estivesse vendo um filme e saísse para ir ao banheiro e ao voltar, não conseguisse entender mais nada. Tá faltando um pedaço!

Deixe-me ver quando estive ausente para ver se posso rebobinar a fita. Bom, não se diz mais isso. Agora é voltar a cena. Que seja. Deixe-me voltar a cena para ver se eu encontro a parte que eu perdi...

Hum... Será?

Não! Não é isso.

Vamos voltar mais um pouco... Mais um pouquinho...

O que realmente acho engraçado é que eu já vi esse filme umas três vezes e tenho certeza que não perdi nenhuma cena. Então por que está faltando um pedaço?

Uma hora da manhã (e sem horário de verão) e continua mais do que nunca
faltando um pedaço.

Será que deveria ter sido e eu não soube como fazer?

E o manual, onde está?

Por falar nisso, por que a gente não vem com manual quando nasce?

Já pensou? A gente se conhecer por completo apenas lendo as instruções do fabricante, sem ter que passar anos aprendendo consigo mesmo e com os outros sobre quem você é?

Tudo de bom! Eu quero um manual. Talvez isso explique por que parece que está faltando um pedaço. Mas eu ainda acho que não é isso. Acho que o problema está nas palavras. Afinal, a única forma de comunicação (pelo menos a que ainda predomina) são as palavras. É isso!!!

Se eu penso de uma forma e me comunico de outra, claro, não vão me entender! Mas... Eu me comunico direito, não me comunico? Eu sempre digo o que sinto e penso com toda eloqüência que ainda não aprendi a usar, não é mesmo?

... Onde eu estava mesmo gente? Acho que perdi alguma coisa, como um pedaço de alguma coisa que está faltando...



terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Desenvolvam o tema

Estive pensando numa frase muito, muito profunda:

"NÃO BASTA SER BOM, TEM QUE SER RUIM"

Antes de dar o meu (in)feliz parecer, gostaria de ouvir a opinião dos caríssimos da tribuna do Gorila. O que acham disso? Concordam? Por que o bom só é bom mesmo quando é ruim??
Aristóteles, Platão, Erasmo de Roterdam, Shopenhauer (é assim mesmo que se escreve?) e Karl Marx já prometeram que vão comentar o assunto. Estou ansiosa demais! Um tema de tal envergadura merece ser destrinchado por inúmeros posicionamentos, uma espécie de Kama Sutra filosófica!
Mas participem também! (ou seja...Elaine, a única leitora do Gorila....participe com seu brilhantismo).
A autora do mote em questão promete não se utilizar de expedientes etílicos para desenvolver o tema!
Beijos!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O lado gauche

Drummond dizia isso, pro Carlos ser gauche na vida. Quando me olho no espelho e vejo aquele olhar cínico e ao mesmo tempo instigador, lapidado ao longo de quase 33 anos, tenho a impressão de que aquele poema foi para mim. Gauche, sim, dobrei a esquina da vida pelo lado esquerdo. Andei e ando na contramão sombria com a sensação de que o que era branco enegreceu. É bom? É sim. Hoje eu não teria mais medo do Conde Drácula. Riria da cara dele e ainda desviaria de suas farpas sem perder a compostura.

Para todos chega o dia da sombra... Vai? Vou. Aliás, fui.

Sem mais.

Alessandra Mantel Gris

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Algo de muito podre no reino da Dinamarca.

É com imenso prazer sádico, ácido, levemente vingativo e com um sorrisinho irritante no canto dos lábios que digo que tem uma máscara que vai cair daqui a pouco...

Essa história de ser moderninho demais é inacreditável! Fala sério, quem é que consegue seguir determinadas sandices que se apregoam por aí? Situações, fatos, acontecimentos, governos mudam constantemente, mas as ideologias não. Nem adianta, é difícil mudar a direção mental, arraigadas durante séculos de marteladas. Dá um ranço, um nó na garganta, um gosto de cabo de guarda-chuva ter que mexer em crenças seculares... Hein?!

Vou ficar assistindo. E anotando.

Alessandra

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Não alegueis ignorância - parte II

Se você é uma pessoa sensível tipo bichinho de pelúcia, aviso: não leia a postagem abaixo, pois contém alto grau de palavreado de abismal calão.

Porra!
Puta que o pariu de rodinha tripla fluorescente sem marcha subindo a ladeira com excesso de peso e com a licença vencida!
Como tem gente que fode a gente em todos os buraquinhos possíveis!
Ô, caralho, será que eu grudei chicletes na mesa da santa ceia pra ter que passar por certas coisas?? Puta merda de situação bizarra da porra! Ainda bem que de vez em quando toca uns sininhos aqui dentro dessa cabeça liquefeita e que não deixa a situação piorar de vez!
Porra de vênus que só me fode! Filha de uma puta de Lilith que só faz merda!
O simancol foi pra casa do caralho mesmo!
Traga ele de volta, porra!
Pede pra sair, pede pra sair, pede pra sair!!!!!! (bate, bate, bate)
.................................................................................

Sem mais.

Em caso de dúvida disque:
1 - para mandar para a puta que o pariu
2- para mandar para a puta que o pariu com força
3- pra ligar o foda-se e ser feliz
4- pra ligar o foda-se, deixá-lo no modo constante e dar uns berros sem culpa.
5- pra encerrar a ligação fazendo voz de recepcionista de motel e dizer: PA, baby.

Nossa, extrapolei. Porra.

Alessandra (jura??)

Il Mondo

Ouvi esta música maravilhosa hoje umas 52.467. 901 vezes e ela traz um encanto que só conhece quem sabe o que é realmente bom nesta vida. A poesia dela arrasa por si só.

A você, que a mandou para mim como presente de aniversário, ano passado, obrigadíssima!

Il Mondo (Nico Fidenco)

No...
Stanotte amore non ho più pensato a te
Ho aperto gli occhi per guardare intorno a me
E intorno a me girava il mondo come sempre

Gira il mondo gira nello spazio senza fine
Com gli amori appena nati
Con gli amori già finiti
Con la gioia e col dolore della gente come me

Il mondo soltanto adesso io ti guardo
Nel tuo silenzio io mi perdo
E sono niente accanto a te
Il mondo non si è fermato mai un momento
La notte insegue sempre il giorno
Ed il giorno verrà.

Alessandra

O Abandono

Este blog ficou abandonado. Minhas idéias ficaram abandonadas. Meu piano e partituras subjacentes ficaram abandonadas. Livros, um monte, começados, todos com seus lindinhos marcadores...e abandonados também. Eu me abandonei . Sério. Mas cabô. Vou voltar à ativa e botar essa bund.. ops, esta cabeça pra funcionar. Chega de negligência e de solidão. Não daquela solidão de falta de gente em volta, mas daquela solidão que a gente sente quando olha (ou tenta se olhar) no espelho e não mais se reconhece. Falta de nós mesmos.

Por causa disso, Michael me abandonou. Tá, não serei injusta, ele sempre está comigo, mas não o sinto mais presente como antes, e isso dói. Michael é meu irmão de alma, meu mentor... para aqueles que não entenderam, é um espírito, um ser desencarnado que se sentava ao meu lado, principalmente na adolescência para me dar uns toques...Eu o "vi" de verdade há uns 6 anos atrás, e foi um dos momentos mais lindos da minha vida. Ele era engraçado, sorridente, falante, um amor. Já fomos irmãos de verdade. Mas eu me fechei e caí, e ele, em contrapartida, evoluiu para outros planos, por isso não o sinto mais... E eu não sou louca, tá??

Olha, esse blog anda muito com lição de moral e isso é chato...Então, ao invés da "lição final" , prefiro postar essas lavagens cerebrais como experimentos humanos sujeitos a chuvas, trovoadas, sangue, luz, crimes e muitos beijos no final, porra... aiaiaiai.

Pronto.

Alessandra

sábado, 6 de outubro de 2007

Não alegueis ignorância

Não alegueis ignorância:

5 0 1, 2, 1, 1.....
5 0 Três renascimentos... Quanto um homem aguenta?
5 0


Sinistro...mas existe.
Existe e caiu no meu, logo no meu quintal.
Tudo bem.
Tô me tornando especialista nesses assuntos bizarros.
Eu não acredito no acaso, alguém aí acredita?
Mas o importante é não deixar a criatura tomar conta do criador, olha lá, hein?

Deixa, deixa passar.


Alessandra

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Fé cega e faca amolada

Se tem uma coisa nessa vida que não falha é a minha intuição. Claro, aprendi isso a duras penas, depois de muito murro em ponta de faca amolada. Mas não pense que é fácil. Intuição é aquele estágio em que a "informação" ou a "visualização" de determinado fato ainda está pura, antes que o consciente possa interferir com o seu jeito sarrista e a desinteligência emocional coloque tudo a perder. É o primeiro pensamento, a primeira sensação, por isso mesmo, vale tentar escutar a alma e tentar decifrar onde ela está... Puro treino.



Às vezes tenho sorte e a intuição chega gritando nos meus ouvidos. Impossível não perceber. Nos últimos anos da faculdade de Direito, tinha certeza de que faria carreira em algo completamente diferente. Aconteceu. Quatro anos antes da minha separação, minha intuição já gritava nos meus ouvidos, contando o que ia acontecer. Aconteceu de novo. E assim foi, e assim é. Outros "insights" fortíssimos já me alertavam de coisas de aconteceriam ou de decisões que deveria tomar. Às vezes acreditava, às vezes não, às vezes não conseguia diferenciar alhos de bugalhos e muitos erros cometi, mas agora está sendo diferente.... Porque, pela primeira vez, eu estou com medo!



Estou com medo do que está sendo dito agora...as palavras começaram devagar e eu, para variar, não dei muita importância no início. "Coisas da imaginação aquariana" , sabe como é, né?? Mas a coisa está cada vez mais forte e o que eu posso fazer??



Acho que nada... Claro que tenho o livre arbítrio, mas quem disse que eu quero deixar esse trem passar? É loucura, pode ter certeza mas... eu é que não vou deixar de vivenciar o que está me sendo revelado. Apesar de temê-lo.



Hora de arrancar as raízes...

Hora de desapegar....



E, principalmente, hora de se exercitar a fé cega...





Alessandra

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Trufas

No Natal, ganhei uma caixa de trufas de meus clientes amigos.
Sim, a caixa me salvou. Nove trufas em dois dias.
Ergueu-me, mas não fui derrotada. Não mesmo.
Ainda vencerei a batalha!

Mexa essa bunda, Mulher!!

Mistureba de Rubem Braga com Drummond

"Desejo a todos um ano novo de muitas virtudes e alguns pecados suaves e bem aproveitados", lembrando que "É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre."

Que venha 2007.

domingo, 13 de agosto de 2006

Diante da evolução desse último mês....

... gostaria de prestar uma pequena homenagem àquele meu grande amigo que me fez ser a mulher-advogada-amiga que sou hoje. Devo muito a você, meu querido "padim".

"Ainda acredito nas pessoas. Gosto de conhecer gente que penso ser diferente. Desafio-me a compreender o que me parece diferente. O que foge à minha lógica. Também, inspirar nos diferentes o recíproco desejo de me conhecer, ainda que não me sinta diferente. Explorar os caminhos do outro, sejam eles quais forem, desde que honestamente colocados os recíprocos propósitos".

(trecho de um dos e-mail's, em 12/11/2001).

Foi aí que ele conseguiu me convencer. Conquistou minha lealdade e meu enorme apreço e carinho.

E ao meu outro doce-recém-amigo, faltam palavras para lhe agradecer o tanto que você é um ser querido e especial. Mesmo diante do barquinho ou do pisca-brilha-flutua ou de qualquer coisa que faça você se sentir diferente, isso tudo lhe faz ser mais especial ainda... Viu?

Depois de um longo e tenebroso inverno...

... voltei.

Pôxa, fiquei sem escrever por um tempo razoável. Não tenho qualquer desculpa clássica, muito menos foi falta de tempo. Eu realmente não estava a fim de escrever. Ou melhor: não tive qualquer lampejo de inspiração neste último mês e duas semanas, mesmo diante de tanta novidade.

Muita coisa aconteceu. Claro, vive acontecendo, né? Especialmente nesse ano de 2006, onde cada dia dele sempre surge algo inusitado, diferente, desafiador, estimulante, preguiçoso e por aí vai. Nenhum dia está sendo igual ao outro e isso dá uma sensação boa de estar viva, de estar alerta, de estar crescendo. Há uma interessante definição quanto ao tempo: é o lugar onde podemos evoluir. Porém, como a Ressonância Schumann está alterada, não sobra muito campo evolutivo para as 24 horas diárias. Ou adaptar-se à nova freqüência de 13 H/s...

Então, posso dizer que evolui muito durante esse tempo. Tenho, sim, muitas novidades, porém a maioria delas é "indescrevível" aqui. Óbvio que, quando puder ser publicado, as fresquinhas serão anunciadas.

Enquanto isso, continuo filosofando a respeito das razões existenciais dos homens e mulheres na faixa dos 32 anos, que tanto me perturba e instiga...

... e à espera de excelentes notícias.

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Sinceramente?... (comigo mesma)

"O coração tem razões que a própria razão desconhece". (Blaise Pascal)

Bom, o que era doce, acabou mesmo.

Agora vou fazer regime sério: definitivamente, não comer doces - nem bombons salva-vidas - tão cedo.

domingo, 16 de abril de 2006

Pra rua me levar (Ana Carolina)

"Não vou viver como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
Às vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão

Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

(...)

É... mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir..."


** Por que existem músicas tão precisas?

sexta-feira, 7 de abril de 2006

Hoje tô assim... Fazer o quê....

"Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais.

Hoje me sinto mais forte,
mais feliz, quem sabe?
Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei.
(...)
Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente.

Como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou...
ESTRADA EU SOU.

Todo mundo ama um dia,
todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora.

Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz."

(Tocando em frente – Almir Sater e Renato Teixeira)