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domingo, 10 de fevereiro de 2008

Motivos para escrever

Tem muito blog na área comentando sobre a vida alheia. Aqui a gente comenta o alheio da nossa vida. E de forma muito metafórica, diga-se de passagem. Mandamos a nossa mensagem pra quem tem que ler, de forma muito discreta, conversamos sobre o que queremos quando eu e Lê não estamos conectadas ao mesmo tempo.

Enfim, fico contente de voltar ao Gorila.

Aqui não temos medo de dizer nada. Falamos de tudo, de todos e mandamos qualquer um pra puta que pariu se for necessário. É um desopilar do fígado sem precisar de remédios, injeções ou terapia. Foi por isso que esse blog nasceu: expressarmos nossas aflições, angústias, comunicar abertamente o que ficou socialmente retido na garganta. Não sabemos quem o lê, mas gostaríamos muito que nos enviasse sugestões de qualquer coisa e também comentários.

Penso eu que poderíoamos ter uma linha de pensamento ou de assunto. Mas não somos jornalistas, apenas brincamos de escrever!!! Eu, "adevogada"; Lê, também bacharel em Direito mas que foi pelo Esquerdo: professora de Música Infantil! É mole?

Vamos ver no que isso vai dar, pela enésima vez.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Meu blog fake.

Falo muita coisa velada, sujeita a inúmeras interpretações. É que quero e não quero me abrir, vai saber...

Acho que vou abrir um blog fake para chutar o balde com força extreme rulez!

Alessandra

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Abandono

Este blog ficou abandonado. Minhas idéias ficaram abandonadas. Meu piano e partituras subjacentes ficaram abandonadas. Livros, um monte, começados, todos com seus lindinhos marcadores...e abandonados também. Eu me abandonei . Sério. Mas cabô. Vou voltar à ativa e botar essa bund.. ops, esta cabeça pra funcionar. Chega de negligência e de solidão. Não daquela solidão de falta de gente em volta, mas daquela solidão que a gente sente quando olha (ou tenta se olhar) no espelho e não mais se reconhece. Falta de nós mesmos.

Por causa disso, Michael me abandonou. Tá, não serei injusta, ele sempre está comigo, mas não o sinto mais presente como antes, e isso dói. Michael é meu irmão de alma, meu mentor... para aqueles que não entenderam, é um espírito, um ser desencarnado que se sentava ao meu lado, principalmente na adolescência para me dar uns toques...Eu o "vi" de verdade há uns 6 anos atrás, e foi um dos momentos mais lindos da minha vida. Ele era engraçado, sorridente, falante, um amor. Já fomos irmãos de verdade. Mas eu me fechei e caí, e ele, em contrapartida, evoluiu para outros planos, por isso não o sinto mais... E eu não sou louca, tá??

Olha, esse blog anda muito com lição de moral e isso é chato...Então, ao invés da "lição final" , prefiro postar essas lavagens cerebrais como experimentos humanos sujeitos a chuvas, trovoadas, sangue, luz, crimes e muitos beijos no final, porra... aiaiaiai.

Pronto.

Alessandra

sexta-feira, 7 de abril de 2006

Resolvi colocar minha veia de escritora em prática...

Depois de comer seis bombons que meu pai trouxe de um coquetel que ele foi, decidi escrever um blog.

Afinal, há algum tempo, desde que passei a conversar novamente com minha querida prima Alessandra, minha veia de escritora vem se reacendendo.... Nós duas trocávamos cartas e mais cartas, longas cartas.... Confidências, conselhos, xingamentos, desabafos. Nessa época, isso era nossa terapia, já que não pagávamos um analista... Experiências de duas adolescentes, vivendo quase os mesmos problemas, acalentávamos os ânimos alheios através dessas enooooormes cartas. Enoooormes mesmo, porque chegamos a traçar mais de 100 - isso, você leu certo, 100 - páginas, frente e verso, de todos os assuntos.

Quanto tempo durava pra escrever? Em torno de 6 meses. Quanto tempo durava pra ler? Meia hora.
Há quanto tempo estão guardadas as cartas? Há mais de 15 anos. Nossa amizade? Desde que nascemos (ou antes).

Já que não trocamos mais cartas, quiçá e-mail's (eu prefiro muito mais o telefone, já que hoje sou eu quem paga minhas contas de telefoneS), pretendo colocar aqui tudo aquilo que, de alguma forma, estivesse escrevendo pra ela.... Como se fosse aquele bons e "velhos" tempos... Tanto é que a frase-título é dela, que vale para o mico que vou pagar... ou melhor, o gorila que vou financiar - ele ainda canta, dança e pula!! Ah, e do endereço também.

Bem-vindos a todos.