Nossa... finalmente, consegui enganar a tudo e a todos e passar em branco esse ano de 2006, que já terminou... Missão cumprida!
Aliás, 2006 nada. 2005 durou dois anos! Eita, coisinha arrastada! Mas que bom que acabou.
Tenho muito que agradecer à 2006, apesar de tudo. Foi o ano de Saturno a nos exigir responsabilidade e a não deixar nada de falso ou fraco ficar de pé. Bem... Saturno está indo pra deixar o espaço pra Júpiter, o poderoso chefão, símbolo da boa sorte, mas que dá um certo drama e exagero às coisas... Heheheheheh... eu ia falar sobre Júpiter na casa 5.. mas deixa prá lá.. senão o Marcel, meu professor, me mata!
2006 foi o ano mais atípico da minha vida! Bem.. eu já havia sido alertada sobre mudanças profundas... MAS NÃO IMAGINAVA QUE SERIAM TAAAAAAAAAANTAS!!!!
Se alguém me dissesse, há uns 2 ou 3 anos atrás tudo o que iria me acontecer nesse ano, eu internaria a pessoa!
Aconteceu, acredite, (((*&ihiiv gi 66 i7(*&V Ojh h ((*B 00 T¨$ jkhi e também **¨V HJCFR#!YTRE!!kjjb ,ki ioh6v kjhbkjg kiodaa ut drwt e, ainda, surpreendentemente (NGY% %64v kityviu98 !!!!!!!!!!!!!
Que cooooooooisa!!!
Meu pedido à Júpiter: me dar um ano menos insano, com realizações e novidades também, mas com muito cérebro para administrar tanta coisa!!!!!
E vamos em frente!!!!
Feliz 2007!
Alessandra
sábado, 30 de dezembro de 2006
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Indagações espasmódicas e divagatórias
... no entanto, necessárias. Eu poderia correr atrás de qualquer coisa. Eu gostaria de poder sentir que qualquer coisa fosse capaz de me calar. Mas, nesta vida, eu só preciso de uma resposta. SÓ DE UMA RESPOSTA!
Deve haver um livro de sentenças... Como naquela lenda árabe. Não, eu não iria querer alterar nada, como na história. Eu só gostaria de ler. E só algumas linhas. As finais, de preferência. A impressão que tenho é de que vim ao mundo apenas para achar a resposta da minha pergunta. E a pergunta não é daquelas filosóficas, complicadas, "de onde viemos, para onde vamos", nada. É simples, banal. Mas não encontro resposta... que me satisfaça!!!
E assim vai. Um novo dia, uma nova perspectiva para minha pergunta. Um novo ângulo ao leste... O sol que se põe. O sol que nasce... e assim passam-se os anos. Impressionante como alguns segundos conseguem ser mais eternos do que décadas!!!
Será que a resposta está lá atrás? Ou será que alguém a guarda? A resposta estaria naquele poço? Ou na beirada da janela? Ou naquele fio gelado da navalha prateada? "Você tem cicatrizes no corpo, menina? " "Não, não tenho"
Eu conheço o fim... mas não consegui visualizar o início...
Alessandra
Deve haver um livro de sentenças... Como naquela lenda árabe. Não, eu não iria querer alterar nada, como na história. Eu só gostaria de ler. E só algumas linhas. As finais, de preferência. A impressão que tenho é de que vim ao mundo apenas para achar a resposta da minha pergunta. E a pergunta não é daquelas filosóficas, complicadas, "de onde viemos, para onde vamos", nada. É simples, banal. Mas não encontro resposta... que me satisfaça!!!
E assim vai. Um novo dia, uma nova perspectiva para minha pergunta. Um novo ângulo ao leste... O sol que se põe. O sol que nasce... e assim passam-se os anos. Impressionante como alguns segundos conseguem ser mais eternos do que décadas!!!
Será que a resposta está lá atrás? Ou será que alguém a guarda? A resposta estaria naquele poço? Ou na beirada da janela? Ou naquele fio gelado da navalha prateada? "Você tem cicatrizes no corpo, menina? " "Não, não tenho"
Eu conheço o fim... mas não consegui visualizar o início...
Alessandra
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
Para que terapia???
Uma grande (e econômica) dica é a seguinte:
Escreva durante algum tempo várias e várias páginas de memórias, profundamente detalhadas, numa linguagem crua, real, sem rodeios, sincera e ENTERRE.
Depois de alguns anos, mais de 10, de preferência, DESENTERRE e leia com atenção....
As reações são diversas: espanto, riso, susto, mico e um grande e sonoro PUTZ!!!
Mas o mais importante é que essas memórias levam a gente a pensar... pensar demais... como se fossem mesmo um "qualé" na nossa vida. Inevitável e sintomático usá-las como ponte e fazer comparações.
"Ah... olha só.. isso aconteceu por causa daquilo que nem me lembrava mais" Ou então, "Nossa... eu era assim naquela época?" Vejam os pensamentos, as autocríticas, ou pior, a imensa falta delas. O que tiramos disso tudo? O aprendizado. Não precisa de terapia quanto se tem nas mãos esse tipo de material... ele, e o simancol que ele provoca, já dizem tudo!
Não, eu não enterrei nenhuma memória. Elas ficaram bem guardadinhas em algum armário do Bairro Gutierrez, em Belo Horizonte... Na verdade, essas memórias são o resultado de 7 anos de trocas de correspondências entre eu e minha querida prima Elaine. Entre 89 e 96. Troca de cartinhas é pouco! Verdadeiros tratados da loucura psicótica marquesiana, algumas cartas chegaram a ter mais de 100 páginas! Teve uma que levei mais de uma ano escrevendo!
Olha só a riqueza desse material... Em agosto desse ano resolvemos fazer a prova dos nove e trocar as cartas. Ai, que choque desenterrar fantasmas in loco!
Porém, melhor que qualquer terapia! Basta ter o coração aberto para aceitar o autoconhecimento! E encarar a sujeita que eu era há mais de uma década!
PS: Ah.. outra coisa.... Eu escrevia muito melhor há 12 anos atrás do que agora....
Alessandra
Escreva durante algum tempo várias e várias páginas de memórias, profundamente detalhadas, numa linguagem crua, real, sem rodeios, sincera e ENTERRE.
Depois de alguns anos, mais de 10, de preferência, DESENTERRE e leia com atenção....
As reações são diversas: espanto, riso, susto, mico e um grande e sonoro PUTZ!!!
Mas o mais importante é que essas memórias levam a gente a pensar... pensar demais... como se fossem mesmo um "qualé" na nossa vida. Inevitável e sintomático usá-las como ponte e fazer comparações.
"Ah... olha só.. isso aconteceu por causa daquilo que nem me lembrava mais" Ou então, "Nossa... eu era assim naquela época?" Vejam os pensamentos, as autocríticas, ou pior, a imensa falta delas. O que tiramos disso tudo? O aprendizado. Não precisa de terapia quanto se tem nas mãos esse tipo de material... ele, e o simancol que ele provoca, já dizem tudo!
Não, eu não enterrei nenhuma memória. Elas ficaram bem guardadinhas em algum armário do Bairro Gutierrez, em Belo Horizonte... Na verdade, essas memórias são o resultado de 7 anos de trocas de correspondências entre eu e minha querida prima Elaine. Entre 89 e 96. Troca de cartinhas é pouco! Verdadeiros tratados da loucura psicótica marquesiana, algumas cartas chegaram a ter mais de 100 páginas! Teve uma que levei mais de uma ano escrevendo!
Olha só a riqueza desse material... Em agosto desse ano resolvemos fazer a prova dos nove e trocar as cartas. Ai, que choque desenterrar fantasmas in loco!
Porém, melhor que qualquer terapia! Basta ter o coração aberto para aceitar o autoconhecimento! E encarar a sujeita que eu era há mais de uma década!
PS: Ah.. outra coisa.... Eu escrevia muito melhor há 12 anos atrás do que agora....
Alessandra
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
Classificados do "gorila"
CLASSIFICADOS "GORILA ON LINE"
Espaço criado para vender, trocar, alugar, comprar (ihhhh...) ou, principalmente, doar aquilo que não te serve mais... e que fará a diferença para pobres e desavisadas criaturas da Terra.
- Doa-se, com urgência, um apontador de língua, muito útil e eficiente já com avançada quilometragem. Se a dona dele continuar usando, vai acabar tocando piano no mau sentido!!
- Doa-se para minha querida prima Elaine, um pacote fechado de balas super ardidas, e que logo estarão com a validade vencida! Aproveite, dá para consumir umas 3 por dia!!! (hahahahahahahahahahahahahahahahahahahah!!!!!!!!!!!!!!).
- Troca-se um joguinho de dados novinhos, na caixa, por algum livro de zen-budismo! E vê se engole o choro!!! Desapego é uma virtude!
- Troca-se Netuno na casa 12 por Júpiter na casa 4, alguém aí faria o favor?
- Troca-se uma algema digital por um telefone celular... se bem que dá na mesma... Só não pode tocar Pour Elise, por favor!
- Doa-se carcaça de urubu para estudos de medicina legal, antropozoomórficos ou para ufólogos... qualquer coisa, o importante é tirar essa carniça daqui!!!!!!!
- Doa-se, com o coração cheio de caridade cristã, livros com o curso completo de Língua Portuguesa do Prof. Pasquale, para aquelas pessoinhas que não sabem onde enfiar a vírgula ou o acento!!!
- Vende-se camiseta com desenho de cinto de segurança , pra enganar os guardas de trânsito... (ai, que péssimo, isso foi plágio do Jô Soares).
Interessados falar comigo!
Alessandra
Espaço criado para vender, trocar, alugar, comprar (ihhhh...) ou, principalmente, doar aquilo que não te serve mais... e que fará a diferença para pobres e desavisadas criaturas da Terra.
- Doa-se, com urgência, um apontador de língua, muito útil e eficiente já com avançada quilometragem. Se a dona dele continuar usando, vai acabar tocando piano no mau sentido!!
- Doa-se para minha querida prima Elaine, um pacote fechado de balas super ardidas, e que logo estarão com a validade vencida! Aproveite, dá para consumir umas 3 por dia!!! (hahahahahahahahahahahahahahahahahahahah!!!!!!!!!!!!!!).
- Troca-se um joguinho de dados novinhos, na caixa, por algum livro de zen-budismo! E vê se engole o choro!!! Desapego é uma virtude!
- Troca-se Netuno na casa 12 por Júpiter na casa 4, alguém aí faria o favor?
- Troca-se uma algema digital por um telefone celular... se bem que dá na mesma... Só não pode tocar Pour Elise, por favor!
- Doa-se carcaça de urubu para estudos de medicina legal, antropozoomórficos ou para ufólogos... qualquer coisa, o importante é tirar essa carniça daqui!!!!!!!
- Doa-se, com o coração cheio de caridade cristã, livros com o curso completo de Língua Portuguesa do Prof. Pasquale, para aquelas pessoinhas que não sabem onde enfiar a vírgula ou o acento!!!
- Vende-se camiseta com desenho de cinto de segurança , pra enganar os guardas de trânsito... (ai, que péssimo, isso foi plágio do Jô Soares).
Interessados falar comigo!
Alessandra
terça-feira, 24 de outubro de 2006
EU SOU FELIZ!!!
EU SOU FELIZ!!!
Quando percebo que não adianta teimar em misturar o óleo na água!
Quando me conscientizo que cada antena só capta as frequências que lhe são afins.
Quando percebo que o que vale é o vento batendo no rosto.
Quando me disponho a pagar o preço por ter asas, seja ele qual for.
Quando sinto que coisas importantes deixaram de ter importância.
Quando me responsabilizo em nutrir, cuidar e educar o escorpião...
Quando vejo que as rugas do rosto alheio não são de minha responsabilidade.
Quando me aproprio da arte de cortar a ilusão pela raiz com o machado do auto-conhecimento.
Quando me lembro das lições dos meus pais.
Quando me conforta o carinho dos familiares, amigos, primos (olha aí você, Elaine!).
Quando me inspira o meu mentor, Michael, embora eu esteja muito rebelde ultimamente...
E, principalmente, quando me conscientizo que, apesar de tudo e de todos, EU, VOCÊS E TODOS NÓS SOMOS DEUS EM AÇÃO!!
Namastê
Quando percebo que não adianta teimar em misturar o óleo na água!
Quando me conscientizo que cada antena só capta as frequências que lhe são afins.
Quando percebo que o que vale é o vento batendo no rosto.
Quando me disponho a pagar o preço por ter asas, seja ele qual for.
Quando sinto que coisas importantes deixaram de ter importância.
Quando me responsabilizo em nutrir, cuidar e educar o escorpião...
Quando vejo que as rugas do rosto alheio não são de minha responsabilidade.
Quando me aproprio da arte de cortar a ilusão pela raiz com o machado do auto-conhecimento.
Quando me lembro das lições dos meus pais.
Quando me conforta o carinho dos familiares, amigos, primos (olha aí você, Elaine!).
Quando me inspira o meu mentor, Michael, embora eu esteja muito rebelde ultimamente...
E, principalmente, quando me conscientizo que, apesar de tudo e de todos, EU, VOCÊS E TODOS NÓS SOMOS DEUS EM AÇÃO!!
Namastê
sábado, 14 de outubro de 2006
Dia 12 de Outubro
Pra viariar, só ando escrevendo nas festividades. Acredito piamente que somente em feriados estou tendo inspiração, mas nesse último (anteontem) tive uma dupla inspiração... Afinal, além de ter sido dia santo, foi aniversário do Benhê... :-P
Porém, contudo, todavia, para a frustração dos ávidos leitores, não vou escrever aqui o que escrevi para o Benzinho, sem sua devida autorização. Mas vou contar nossa saga para fugir em pleno dia das Crianças:
"Cleber me pegou em casa às 11 horas da manhã. Já era tarde, alguns já haviam desejado felicidades ao aniversariante, coisa que ele não aprecia tanto assim... Depois de caçarmos um lava-jato para dar banho no General (o carro), encontramos um disponível no Itaú Power Shopping, com a condição de fazermos umas duas horinhas pelas lojas (ai, minhas costas...).
Nunca vi tanta criança reunida. O shopping parecia uma verdadeira creche... O filme que pretendíamos assistir só tinha sessão às 21 horas... Almoçamos pastéis com um copo de refrigereco.
Enfim, ainda restava uma esperança, já que o Big Shopping estava passando 'Maldição' às 15 horas... Para lá nos dirigimos, mas quem disse que estava passando o filme? Tiraram os filmes adultos para faturarem com matinês!!! (affff)
Após fuçar em jornal alheio, ligar para o cunhado acessar a página de cinemas pela internet, fomos ao Shopping Cidade: além de termos feito outras duas horas para assistirmos um outro filme para assistir, tivemos que enfrentar uma fila quilométrica para comprar ingresso, tanto no caixa quanto no cartão e, no final..... filme horrível!!!
Voltamos para casa... Amigos e vizinhos de Cleber, muito divertidos, salvaram nosso dia: todos apareceram em peso com o bolo delicioso de Bete...
Enfim, que dia!!"
Porém, contudo, todavia, para a frustração dos ávidos leitores, não vou escrever aqui o que escrevi para o Benzinho, sem sua devida autorização. Mas vou contar nossa saga para fugir em pleno dia das Crianças:
"Cleber me pegou em casa às 11 horas da manhã. Já era tarde, alguns já haviam desejado felicidades ao aniversariante, coisa que ele não aprecia tanto assim... Depois de caçarmos um lava-jato para dar banho no General (o carro), encontramos um disponível no Itaú Power Shopping, com a condição de fazermos umas duas horinhas pelas lojas (ai, minhas costas...).
Nunca vi tanta criança reunida. O shopping parecia uma verdadeira creche... O filme que pretendíamos assistir só tinha sessão às 21 horas... Almoçamos pastéis com um copo de refrigereco.
Enfim, ainda restava uma esperança, já que o Big Shopping estava passando 'Maldição' às 15 horas... Para lá nos dirigimos, mas quem disse que estava passando o filme? Tiraram os filmes adultos para faturarem com matinês!!! (affff)
Após fuçar em jornal alheio, ligar para o cunhado acessar a página de cinemas pela internet, fomos ao Shopping Cidade: além de termos feito outras duas horas para assistirmos um outro filme para assistir, tivemos que enfrentar uma fila quilométrica para comprar ingresso, tanto no caixa quanto no cartão e, no final..... filme horrível!!!
Voltamos para casa... Amigos e vizinhos de Cleber, muito divertidos, salvaram nosso dia: todos apareceram em peso com o bolo delicioso de Bete...
Enfim, que dia!!"
Lá em cima do piano tem um copo de veneno II.
Lá em cima do piano tem um copo de veneno.
1-) Quem bebeu morreu, o azar foi seu e o culpado não fui eu.
2-) Não se acanhe, fique à vontade.
3-) Despeje o veneno sobre as teclas e teremos um acid jazz!
4-) Que o engula o pianista durante os estudos de Chopin.
5-) O copo está lá... Beber ou não beber?
Escolha a sua alternativa.
Alessandra
1-) Quem bebeu morreu, o azar foi seu e o culpado não fui eu.
2-) Não se acanhe, fique à vontade.
3-) Despeje o veneno sobre as teclas e teremos um acid jazz!
4-) Que o engula o pianista durante os estudos de Chopin.
5-) O copo está lá... Beber ou não beber?
Escolha a sua alternativa.
Alessandra
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Indian Inspiration
Da mesma forma que Picasso teve sua fase rosa e Beethoven, sua fase "mozartiana", eu, GUARDADAS AS DEVIDAS PROPORÇÕES, estou vivenciando a minha fase "indiana/hindu" (ui!).
É por isso que também estou atendendo pelo nome de Kali. Claro que não é a toa. Não é fácil ter Kali como alter ego....
Bem, e prestando um serviço aos queridos leitores do nosso blog (ou seja, só a minha prima Elaine), transcrevo um maravilhoso Gayatri Mantra, para nos servir de inspiração.
O Gayatri Mantra está voltado à inteligência universal e procura orientar a consciência do homem para sua NATUREZA DIVINA.
É por isso que também estou atendendo pelo nome de Kali. Claro que não é a toa. Não é fácil ter Kali como alter ego....
Bem, e prestando um serviço aos queridos leitores do nosso blog (ou seja, só a minha prima Elaine), transcrevo um maravilhoso Gayatri Mantra, para nos servir de inspiração.
O Gayatri Mantra está voltado à inteligência universal e procura orientar a consciência do homem para sua NATUREZA DIVINA.
Om bhur bhuvah swaha
Tat savitur varenyam
Bargho devasya dhimahi
Dhiyo yo nah prachodayat
Oh, espírito infinito, energia divina que o universo ilumina com a luz do Criador.
Oriente-nos a mente no caminho do uno e do bem
Dilapide a ignorância
Assim como o sol, à distância,
Dilapida as trevas também
Gostou, Laine? Fala pro meu cunhado entrar no nosso blog também. Um terceiro leitor é muito bem vindo!
Ah! antes que eu me esqueça! Da próxima, transcrição de uma passagem do "Cântico dos cânticos", na língua sefaradita (hebraico ibérico, chique, não?) Só que este, eu não traduzo, tá pensando o quê? Heheheheheheeheh...... Aguarde a minha fase hebraica!
Agradeço às maravilhosas cantoras do grupo de world music Mawacca pelas "inspirações"....
Alessandra
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
Lá em cima do piano tem um copo de veneno.
Pois é... eis me aqui na tela do "gorila" depois de tanto tempo.
Os pensamentos jorram desesperadamente, e não vão me deixar dormir enquanto não escrevê-los.
Houve um tempo em que eu virava a noite olhando para o vazio, na sacada do meu apartamento, tentando entender as constelações... e o pior... ENTENDENDO-AS DE FATO!
Também já houve um tempo em que queimava pimenta com gengibre no meu caldeirão improvisado, jogando as cinzas ao vento. A lua me chamava alta madrugada, e eu a atendia.
Ah... passei pelo desejo de reivindicar a minha parte em sangue, lavando a balança da justiça. O que, definitivamente, não compete a mim.
É natural sentir-se um ser das trevas quando se cava um buraco infinito... Mas nem as trevas duram para sempre.
A luz do sol dissolve impiedosamente os miasmas crescidos durante a noite. Não há como se fazer com que o sol não nasça. Nada impede o rei de lançar seus raios sobre a terra e seus mundos inferiores.
Assim... gira-se a roda mais uma vez. Tente tapar os ouvidos: mesmo assim ouviremos os sons que nos rodeiam. Não temos pálpebras auditivas. Ouvir é preciso e obrigatório!
Então... OUÇA: o rancor é um copo de veneno que bebemos achando que o outro morrerá!
E viva a luz do sol!!!
Alessandra
Os pensamentos jorram desesperadamente, e não vão me deixar dormir enquanto não escrevê-los.
Houve um tempo em que eu virava a noite olhando para o vazio, na sacada do meu apartamento, tentando entender as constelações... e o pior... ENTENDENDO-AS DE FATO!
Também já houve um tempo em que queimava pimenta com gengibre no meu caldeirão improvisado, jogando as cinzas ao vento. A lua me chamava alta madrugada, e eu a atendia.
Ah... passei pelo desejo de reivindicar a minha parte em sangue, lavando a balança da justiça. O que, definitivamente, não compete a mim.
É natural sentir-se um ser das trevas quando se cava um buraco infinito... Mas nem as trevas duram para sempre.
A luz do sol dissolve impiedosamente os miasmas crescidos durante a noite. Não há como se fazer com que o sol não nasça. Nada impede o rei de lançar seus raios sobre a terra e seus mundos inferiores.
Assim... gira-se a roda mais uma vez. Tente tapar os ouvidos: mesmo assim ouviremos os sons que nos rodeiam. Não temos pálpebras auditivas. Ouvir é preciso e obrigatório!
Então... OUÇA: o rancor é um copo de veneno que bebemos achando que o outro morrerá!
E viva a luz do sol!!!
Alessandra
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
Crônica de Amor...
Foram 40 dias de estudo, reconhecimento de terreno, avaliações... Não escapamos disso ainda, há muita coisa a ser enfrentada... Mundos diferentes, vidas diferentes... Quanto menos se espera, tudo acontece. Vem de onde você menos espera.
E o que nosso tá reservado, com certeza...
----
"Você ama aquela petulante!
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu.
Você deu flores que ela deixou a seco.
Você levou para conhecer a sua mãe e ela foi de blusa transparente.
Você gosta de rock e ela de chorinho,
você gosta de praia e ela tem alergia a sol,
você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo,
nem no ódio vocês combinam. Então?
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado,
o beijo dela é mais viciante do que LSD,
você adora brigar com ela e ela adora implicar com você.
Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste.
Ele diz que vai ligar e não liga,
ele veste o primeiro trapo que encontra no armário,
ele escuta Egberto Gismonti e Sivuca.
Ele não emplaca uma semana nos empregos,
esta sempre duro, e é meio galinha.
Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado,
e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga.
Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas.
Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim.
Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais.
Gosta dos filmes de Woody Allen, dos irmãos Coen e do Robert Altman,
mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu
e seu corpo tem todas as curvas no lugar.
Independente, emprego fixo, bom saldo no banco.
Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador
e seu fettuccine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo.
Com um currículo desses, criatura, por que diabo está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa.
Quem dera o amor não fosse um sentimento,
mas uma equação de matemática:
eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem.
Caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes
teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido que por uma ficha limpa.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano.
Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério,
pela paz que o outro lhe dá , ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam,
pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos tem as pencas,
bons motoristas e bons pais de família,
mas mesmo assim, ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida.
Isto é o amor..."
E o que nosso tá reservado, com certeza...
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"Você ama aquela petulante!
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu.
Você deu flores que ela deixou a seco.
Você levou para conhecer a sua mãe e ela foi de blusa transparente.
Você gosta de rock e ela de chorinho,
você gosta de praia e ela tem alergia a sol,
você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo,
nem no ódio vocês combinam. Então?
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado,
o beijo dela é mais viciante do que LSD,
você adora brigar com ela e ela adora implicar com você.
Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste.
Ele diz que vai ligar e não liga,
ele veste o primeiro trapo que encontra no armário,
ele escuta Egberto Gismonti e Sivuca.
Ele não emplaca uma semana nos empregos,
esta sempre duro, e é meio galinha.
Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado,
e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga.
Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas.
Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim.
Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais.
Gosta dos filmes de Woody Allen, dos irmãos Coen e do Robert Altman,
mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu
e seu corpo tem todas as curvas no lugar.
Independente, emprego fixo, bom saldo no banco.
Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador
e seu fettuccine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo.
Com um currículo desses, criatura, por que diabo está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa.
Quem dera o amor não fosse um sentimento,
mas uma equação de matemática:
eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem.
Caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes
teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido que por uma ficha limpa.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano.
Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério,
pela paz que o outro lhe dá , ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam,
pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos tem as pencas,
bons motoristas e bons pais de família,
mas mesmo assim, ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida.
Isto é o amor..."
domingo, 13 de agosto de 2006
Diante da evolução desse último mês....
... gostaria de prestar uma pequena homenagem àquele meu grande amigo que me fez ser a mulher-advogada-amiga que sou hoje. Devo muito a você, meu querido "padim".
"Ainda acredito nas pessoas. Gosto de conhecer gente que penso ser diferente. Desafio-me a compreender o que me parece diferente. O que foge à minha lógica. Também, inspirar nos diferentes o recíproco desejo de me conhecer, ainda que não me sinta diferente. Explorar os caminhos do outro, sejam eles quais forem, desde que honestamente colocados os recíprocos propósitos".
(trecho de um dos e-mail's, em 12/11/2001).
Foi aí que ele conseguiu me convencer. Conquistou minha lealdade e meu enorme apreço e carinho.
E ao meu outro doce-recém-amigo, faltam palavras para lhe agradecer o tanto que você é um ser querido e especial. Mesmo diante do barquinho ou do pisca-brilha-flutua ou de qualquer coisa que faça você se sentir diferente, isso tudo lhe faz ser mais especial ainda... Viu?
"Ainda acredito nas pessoas. Gosto de conhecer gente que penso ser diferente. Desafio-me a compreender o que me parece diferente. O que foge à minha lógica. Também, inspirar nos diferentes o recíproco desejo de me conhecer, ainda que não me sinta diferente. Explorar os caminhos do outro, sejam eles quais forem, desde que honestamente colocados os recíprocos propósitos".
(trecho de um dos e-mail's, em 12/11/2001).
Foi aí que ele conseguiu me convencer. Conquistou minha lealdade e meu enorme apreço e carinho.
E ao meu outro doce-recém-amigo, faltam palavras para lhe agradecer o tanto que você é um ser querido e especial. Mesmo diante do barquinho ou do pisca-brilha-flutua ou de qualquer coisa que faça você se sentir diferente, isso tudo lhe faz ser mais especial ainda... Viu?
Pai
Como não poderia deixar de ser, assim como postei no dia das Mães, devo traçar algumas linhas para o dia dos Pais.
(Que pena, não arranjei nenhum textinho bonitinho...)
----
Obrigada por ter-me concebido com amor, mesmo sabendo que vocês, até hoje, não se lembram como isso aconteceu.
Obrigada por ter levado mamãe e eu até a maternidade e termos chegados em segurança e inteiras (quase).
Obrigada por acalentar-me nos seus braços e me sufocar nas mantas.
Obrigada por não ter-me jogado fora com a água do banho.
Obrigada por ter apanhado no chão, dezenas de vezes, minha colher e tigela.
Obrigada por ter conversado comigo em minha língua nativa, fala de bebê, até que me tornei bilíngüe e aprendi a falar adulto.
Obrigada por ter dito "Papai... Papai... Papai..." um trilhão de vezes, até que compreendi que você estava dizendo seu nome.
Obrigada por ter colocado o cinto do seu roupão debaixo do meu braço para que eu pudesse aprender a andar.
Obrigada por ter me ensinado que as formigas não eram pra ser comidas e sim, pisadas (apesar de gostar de pisar e depois comê-las, urgh).
Obrigada por ter marcado no umbral da porta cada centímetro que eu crescia.
Obrigada por conservar a cabeça fria durante meus terríveis dois anos, meus totalmente exaustivos três, meus apavorantes quatro, e...
Obrigada pela espinafração, quando comi metade do pote de ovinhos de chocolate nas Lojas Bakana, sem querer.
Obrigada por ter segurado minha mão até eu dormir, mesmo contando a historinha trágica da formiguinha.
Obrigada pelas moedinhas que me dava quando penteava os inusitados fios de cabelo da sua careca.
Obrigada pelo sermão quando tomei recuperação no segundo ano.
Obrigada por ter respondido sempre à minha pergunta:
- "Já chegamos? "
Obrigada por segurar o assento de minha bicicleta e correr seis quarteirões ao meu lado, no dia em que tirou as rodinha de treinamento.
Obrigada por ter pago todas as mensalidades da minha faculdade, comprado meus códigos e livros e algumas de minhas contas.
Obrigada por ter repetido o conselho mil vezes.
Obrigada por ter me dito: "Um dia, você vai me agradecer por isto."
Obrigada por tudo, pai.
(texto desconhecido, onde adaptei à minha realidade).
(Que pena, não arranjei nenhum textinho bonitinho...)
----
Obrigada por ter-me concebido com amor, mesmo sabendo que vocês, até hoje, não se lembram como isso aconteceu.
Obrigada por ter levado mamãe e eu até a maternidade e termos chegados em segurança e inteiras (quase).
Obrigada por acalentar-me nos seus braços e me sufocar nas mantas.
Obrigada por não ter-me jogado fora com a água do banho.
Obrigada por ter apanhado no chão, dezenas de vezes, minha colher e tigela.
Obrigada por ter conversado comigo em minha língua nativa, fala de bebê, até que me tornei bilíngüe e aprendi a falar adulto.
Obrigada por ter dito "Papai... Papai... Papai..." um trilhão de vezes, até que compreendi que você estava dizendo seu nome.
Obrigada por ter colocado o cinto do seu roupão debaixo do meu braço para que eu pudesse aprender a andar.
Obrigada por ter me ensinado que as formigas não eram pra ser comidas e sim, pisadas (apesar de gostar de pisar e depois comê-las, urgh).
Obrigada por ter marcado no umbral da porta cada centímetro que eu crescia.
Obrigada por conservar a cabeça fria durante meus terríveis dois anos, meus totalmente exaustivos três, meus apavorantes quatro, e...
Obrigada pela espinafração, quando comi metade do pote de ovinhos de chocolate nas Lojas Bakana, sem querer.
Obrigada por ter segurado minha mão até eu dormir, mesmo contando a historinha trágica da formiguinha.
Obrigada pelas moedinhas que me dava quando penteava os inusitados fios de cabelo da sua careca.
Obrigada pelo sermão quando tomei recuperação no segundo ano.
Obrigada por ter respondido sempre à minha pergunta:
- "Já chegamos? "
Obrigada por segurar o assento de minha bicicleta e correr seis quarteirões ao meu lado, no dia em que tirou as rodinha de treinamento.
Obrigada por ter pago todas as mensalidades da minha faculdade, comprado meus códigos e livros e algumas de minhas contas.
Obrigada por ter repetido o conselho mil vezes.
Obrigada por ter me dito: "Um dia, você vai me agradecer por isto."
Obrigada por tudo, pai.
(texto desconhecido, onde adaptei à minha realidade).
Depois de um longo e tenebroso inverno...
... voltei.
Pôxa, fiquei sem escrever por um tempo razoável. Não tenho qualquer desculpa clássica, muito menos foi falta de tempo. Eu realmente não estava a fim de escrever. Ou melhor: não tive qualquer lampejo de inspiração neste último mês e duas semanas, mesmo diante de tanta novidade.
Muita coisa aconteceu. Claro, vive acontecendo, né? Especialmente nesse ano de 2006, onde cada dia dele sempre surge algo inusitado, diferente, desafiador, estimulante, preguiçoso e por aí vai. Nenhum dia está sendo igual ao outro e isso dá uma sensação boa de estar viva, de estar alerta, de estar crescendo. Há uma interessante definição quanto ao tempo: é o lugar onde podemos evoluir. Porém, como a Ressonância Schumann está alterada, não sobra muito campo evolutivo para as 24 horas diárias. Ou adaptar-se à nova freqüência de 13 H/s...
Então, posso dizer que evolui muito durante esse tempo. Tenho, sim, muitas novidades, porém a maioria delas é "indescrevível" aqui. Óbvio que, quando puder ser publicado, as fresquinhas serão anunciadas.
Enquanto isso, continuo filosofando a respeito das razões existenciais dos homens e mulheres na faixa dos 32 anos, que tanto me perturba e instiga...
... e à espera de excelentes notícias.
Pôxa, fiquei sem escrever por um tempo razoável. Não tenho qualquer desculpa clássica, muito menos foi falta de tempo. Eu realmente não estava a fim de escrever. Ou melhor: não tive qualquer lampejo de inspiração neste último mês e duas semanas, mesmo diante de tanta novidade.
Muita coisa aconteceu. Claro, vive acontecendo, né? Especialmente nesse ano de 2006, onde cada dia dele sempre surge algo inusitado, diferente, desafiador, estimulante, preguiçoso e por aí vai. Nenhum dia está sendo igual ao outro e isso dá uma sensação boa de estar viva, de estar alerta, de estar crescendo. Há uma interessante definição quanto ao tempo: é o lugar onde podemos evoluir. Porém, como a Ressonância Schumann está alterada, não sobra muito campo evolutivo para as 24 horas diárias. Ou adaptar-se à nova freqüência de 13 H/s...
Então, posso dizer que evolui muito durante esse tempo. Tenho, sim, muitas novidades, porém a maioria delas é "indescrevível" aqui. Óbvio que, quando puder ser publicado, as fresquinhas serão anunciadas.
Enquanto isso, continuo filosofando a respeito das razões existenciais dos homens e mulheres na faixa dos 32 anos, que tanto me perturba e instiga...
... e à espera de excelentes notícias.
domingo, 23 de julho de 2006
Urubus e "Urubuas": a Missão
SAVE THE PLANET!!!
Vamos reciclar o LIXO do mundo!
Dê uma finalidade àquelas coisas que você guarda e que já não têm a menor utilidade!
Vamos convocar os animais que a natureza criou com a missão de sanear o planeta!
Vamos limpar a sujeira do mundo, não se esquecendo de que algumas coisas que já não lhe servem podem "beneficiar" outrém!
Afinal, somos todos pó e ao pó voltaremos.
Só que alguns viram pó de ouro enquanto outros se transformam em pó de mico!
terça-feira, 27 de junho de 2006
Feliz Ano Novo pra mim!!
Hoje eu completo 32 primaveras.
Meu avô, de onde estiver, dirá pra mim: "Tá fazendo 23 anos, né, Cocota?". Pois é, Vô, tô fazendo é 16... ;-)
Minha mãe, no entanto, adora relembrar todo ano o episódio de meu nascimento, com todos os problemas, alegrias e diversões...
Em 1988, quando fiz 14 anos, escrevi uma pequena história sobre isso e vou tentar reproduzí-la aqui.
-----
"26 de junho de 1974. Pensar que há 14 anos eu estava encolhida de ponta-cabeça num lugar tão quentinho e tão gostoso! Eu estava dentro da barriga de minha mãe. Nessa mesma hora, à noite, meus pais estavam se dirigindo para São Paulo, pois minha mãe faria uma cesariana na manhã seguinte, no Hospital Matarazzo.
No mundo, acontecia a Copa do Mundo na Alemanha. Brasil era um dos favoritos, já que se tornou Tri-Campeão em 70. O time brasileiro acabava de vencer 3 a 0 sobre o Zaire e seguiria para as Oitavas-de-Final. Obviamente, intensa comemoração em toda Pátria do Futebol e, especialmente, na Avenida Paulista, lotada de torcedores.
Minha mãe estava bem barriguda, nem parecia estar grávida de um ser só e, ainda, com 8 meses de gestação. Como era inverno, estava frio, e nada melhor do que esquentar a barriga em um cobertor.
Meu pai, vendo aquela multidão impedindo a passagem dos carros pela Paulista, estava nervoso e ansioso. Afinal, eles tinham horário para chegar ao Hospital por causa da internação e os preparativos para a cirurgia.
O trânsito estava uma loucura. Aliás, todos estavam malucos, bêbados, felizes... Minha mãe, ao ver que não iríamos sair do lugar tão cedo, deu a seguinte idéia ao meu pai:
- Assis, chama aquele guarda lá. Fala pra ele que estou em trabalho de parto e precisamos chegar ao Matarazzo logo.
Dito e feito, meu pai chamou o policial. Este, parecendo não acreditar no que meu pai dizia, enfiou a cabeça por dentro do vidro e viu minha mãe com aquele barrigão, gemendo "de dor".
- Claro! - disse o guarda. - Vou liberar o trânsito para vocês e o senhor pode passar por cima do canteiro ali para atravessar e chegar na Alameda Rio Claro.
Depois de atravessar, o "seu" guarda ainda perguntou:
- O senhor precisa de batedor? Eu vou guiando o senhor até o hospital!
- Não precisa - disse Assis. - Está pertinho daqui, chego rápido! - continuou, porém preocupado, pois não iriam entrar pela enfermaria, mas sim, pela internação.
Chega o dia 27 de junho. Um novo dia. Noite mal dormida, anestesias... E ainda, platéia: como Dr. Domingos Deláscio era professor da USP, alguns de seus alunos e outros médicos curiosos foram assistir a um parto complicado de mãe diabética com mioma no útero, que engravidou só Deus sabe como, a despeito da pílula e do tumor.
Está chegando... Está chegando... Eu estava naquele lugar quentinho e nem tinha idéia do que estava para acontecer. Eu iria nascer, vir ao mundo, neste mundo...
Às 7:25 da manhã fui retirada do útero, mas nem percebi que me tiraram do sossego e do aconchego. Eu não chorei, não tinha como, porque uma certa coisa apertava meu pescoço: o cordão umbilical. Médicos ficaram nervosos: "Oxigênio! Oxigênio! Depressa!" Minha mãe também percebeu, mesmo sob efeito de anestesia.
Logo que inspirei o oxigênio pela primeira vez, chorei. Berrei de tudo: alegria, júbilo, raiva de sair da "vida boa"... Para alívio dos médicos e, especialmente, da minha mãe.
Fiquei na incubadora por uma semana. Parecia que havia voltado àquele lugar, mas não era a mesma coisa...
Enfim, chegou a hora de ir pra casa. Minha mãe me leva em seus braços, e eu, quietinha, japonesinha, branquelinha, dormia envolta em mantas.
E assim começa minha aventura: VIVER."
-----
P.S.: Brasil venceu o Gana por 3 a O. Placar idêntico... Será algum sinal divino?
:-P
Meu avô, de onde estiver, dirá pra mim: "Tá fazendo 23 anos, né, Cocota?". Pois é, Vô, tô fazendo é 16... ;-)
Minha mãe, no entanto, adora relembrar todo ano o episódio de meu nascimento, com todos os problemas, alegrias e diversões...
Em 1988, quando fiz 14 anos, escrevi uma pequena história sobre isso e vou tentar reproduzí-la aqui.
-----
"26 de junho de 1974. Pensar que há 14 anos eu estava encolhida de ponta-cabeça num lugar tão quentinho e tão gostoso! Eu estava dentro da barriga de minha mãe. Nessa mesma hora, à noite, meus pais estavam se dirigindo para São Paulo, pois minha mãe faria uma cesariana na manhã seguinte, no Hospital Matarazzo.
No mundo, acontecia a Copa do Mundo na Alemanha. Brasil era um dos favoritos, já que se tornou Tri-Campeão em 70. O time brasileiro acabava de vencer 3 a 0 sobre o Zaire e seguiria para as Oitavas-de-Final. Obviamente, intensa comemoração em toda Pátria do Futebol e, especialmente, na Avenida Paulista, lotada de torcedores.
Minha mãe estava bem barriguda, nem parecia estar grávida de um ser só e, ainda, com 8 meses de gestação. Como era inverno, estava frio, e nada melhor do que esquentar a barriga em um cobertor.
Meu pai, vendo aquela multidão impedindo a passagem dos carros pela Paulista, estava nervoso e ansioso. Afinal, eles tinham horário para chegar ao Hospital por causa da internação e os preparativos para a cirurgia.
O trânsito estava uma loucura. Aliás, todos estavam malucos, bêbados, felizes... Minha mãe, ao ver que não iríamos sair do lugar tão cedo, deu a seguinte idéia ao meu pai:
- Assis, chama aquele guarda lá. Fala pra ele que estou em trabalho de parto e precisamos chegar ao Matarazzo logo.
Dito e feito, meu pai chamou o policial. Este, parecendo não acreditar no que meu pai dizia, enfiou a cabeça por dentro do vidro e viu minha mãe com aquele barrigão, gemendo "de dor".
- Claro! - disse o guarda. - Vou liberar o trânsito para vocês e o senhor pode passar por cima do canteiro ali para atravessar e chegar na Alameda Rio Claro.
Depois de atravessar, o "seu" guarda ainda perguntou:
- O senhor precisa de batedor? Eu vou guiando o senhor até o hospital!
- Não precisa - disse Assis. - Está pertinho daqui, chego rápido! - continuou, porém preocupado, pois não iriam entrar pela enfermaria, mas sim, pela internação.
Chega o dia 27 de junho. Um novo dia. Noite mal dormida, anestesias... E ainda, platéia: como Dr. Domingos Deláscio era professor da USP, alguns de seus alunos e outros médicos curiosos foram assistir a um parto complicado de mãe diabética com mioma no útero, que engravidou só Deus sabe como, a despeito da pílula e do tumor.
Está chegando... Está chegando... Eu estava naquele lugar quentinho e nem tinha idéia do que estava para acontecer. Eu iria nascer, vir ao mundo, neste mundo...
Às 7:25 da manhã fui retirada do útero, mas nem percebi que me tiraram do sossego e do aconchego. Eu não chorei, não tinha como, porque uma certa coisa apertava meu pescoço: o cordão umbilical. Médicos ficaram nervosos: "Oxigênio! Oxigênio! Depressa!" Minha mãe também percebeu, mesmo sob efeito de anestesia.
Logo que inspirei o oxigênio pela primeira vez, chorei. Berrei de tudo: alegria, júbilo, raiva de sair da "vida boa"... Para alívio dos médicos e, especialmente, da minha mãe.
Fiquei na incubadora por uma semana. Parecia que havia voltado àquele lugar, mas não era a mesma coisa...
Enfim, chegou a hora de ir pra casa. Minha mãe me leva em seus braços, e eu, quietinha, japonesinha, branquelinha, dormia envolta em mantas.
E assim começa minha aventura: VIVER."
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P.S.: Brasil venceu o Gana por 3 a O. Placar idêntico... Será algum sinal divino?
:-P
sábado, 24 de junho de 2006
O GRITO!!!
Eu só queria ser uma pessoa normal e levar uma vida normal.
Eu só queria que na minha vida 2 + 2 fosse igual a 4; 5 + 5 fosse igual a 10...
Eu queria acordar, trabalhar normalmente, voltar para a casa de noite, ficar com a família normalmente, fazer as coisas normais que normalmente as pessoas normais fazem.
Eu queria ter uma percepção normal, ter uma mente normal, um destino normal...
Mas não...
Por que??????
EIS O GRITO!!!!!!!!
Na minha caminhada existem muitas placas confusas e esquinas obscuras.
Tudo tão dual... Por que tantas bifurcações no meio do caminho? Por que ser obrigada a escolher tanto e o tempo todo? A duplicidade é um tormento! A dicotomia também!
Por que tenho que viver atormentada por tantos fantasmas? Qual é o objetivo, oh, vida, de ter que caminhar vendo o que os outros não vem, ouvindo o que os outros não ouvem e, principalmente, lembrando coisas que estão enterradas?
Por que tanta imagem na cabeça? Por que o passado distante ressurge tanto e com tamanha intensidade, a ponto de eu não poder negá-lo em hipótese alguma? Por que ter que saber tanto? Ver armaduras, carroças, espadas, lamparinas, hábitos, penas, o vento... o mar... o navio cruzando o Atlântico... florestas... Por que o passado me assalta tanto? A ponto de poder sentir-lhe o cheiro?
Não é sempre que consigo administrar tanta coisa ao mesmo tempo agora. As dimensões justapostas... o medo de errar... ou da repetição de certos eventos...
E o que ouço? E quando Lilith resolve assumir o comando, assoprando no meu ouvido esquerdo? Tudo tão nítido, tão prontinho, né, Lilith, só falta mesmo a Alessandra misturar tudo...
E por que não me responde o que fazer com tanto papel manuscrito saído da fogueira, por exemplo??
Por que me dar a informação e não me dizer o que fazer com ela? Estou cansada das entrelinhas... Mas, acima de tudo, por que sempre dois??? Dois caminhos, dois destinos, duas polaridades, sempre... sempre...
Como seria simples não saber nada, como a maioria das pessoas...
Alegar ignorância... Como seria mais fácil...
Mas este peso... Que peso... para que ter que sentir tanto e com tanta força?
Que Deus me ajude... A viver pelo menos dignamente entre uma e outra dimensão, circulando sempre... E a entender que o erro faz parte da caminhada...
Eu só queria que na minha vida 2 + 2 fosse igual a 4; 5 + 5 fosse igual a 10...
Eu queria acordar, trabalhar normalmente, voltar para a casa de noite, ficar com a família normalmente, fazer as coisas normais que normalmente as pessoas normais fazem.
Eu queria ter uma percepção normal, ter uma mente normal, um destino normal...
Mas não...
Por que??????
EIS O GRITO!!!!!!!!
Na minha caminhada existem muitas placas confusas e esquinas obscuras.
Tudo tão dual... Por que tantas bifurcações no meio do caminho? Por que ser obrigada a escolher tanto e o tempo todo? A duplicidade é um tormento! A dicotomia também!
Por que tenho que viver atormentada por tantos fantasmas? Qual é o objetivo, oh, vida, de ter que caminhar vendo o que os outros não vem, ouvindo o que os outros não ouvem e, principalmente, lembrando coisas que estão enterradas?
Por que tanta imagem na cabeça? Por que o passado distante ressurge tanto e com tamanha intensidade, a ponto de eu não poder negá-lo em hipótese alguma? Por que ter que saber tanto? Ver armaduras, carroças, espadas, lamparinas, hábitos, penas, o vento... o mar... o navio cruzando o Atlântico... florestas... Por que o passado me assalta tanto? A ponto de poder sentir-lhe o cheiro?
Não é sempre que consigo administrar tanta coisa ao mesmo tempo agora. As dimensões justapostas... o medo de errar... ou da repetição de certos eventos...
E o que ouço? E quando Lilith resolve assumir o comando, assoprando no meu ouvido esquerdo? Tudo tão nítido, tão prontinho, né, Lilith, só falta mesmo a Alessandra misturar tudo...
E por que não me responde o que fazer com tanto papel manuscrito saído da fogueira, por exemplo??
Por que me dar a informação e não me dizer o que fazer com ela? Estou cansada das entrelinhas... Mas, acima de tudo, por que sempre dois??? Dois caminhos, dois destinos, duas polaridades, sempre... sempre...
Como seria simples não saber nada, como a maioria das pessoas...
Alegar ignorância... Como seria mais fácil...
Mas este peso... Que peso... para que ter que sentir tanto e com tanta força?
Que Deus me ajude... A viver pelo menos dignamente entre uma e outra dimensão, circulando sempre... E a entender que o erro faz parte da caminhada...
quarta-feira, 21 de junho de 2006
Hora de rir!
O ZODÍACO E AS LÂMPADAS
Quantos de cada signo são necessários para trocar uma lâmpada???
ARIANOS: Apenas um, mas serão necessárias muitas lâmpadas.
TOURO: Nenhum, taurinos não gostam de mudar nada.
GÊMEOS: Dois (claro). Vai durar o fim de semana inteiro, mas quando estiver pronto, a lâmpada vai fazer o serviço de casa, falar francês e ficar da cor que você quiser.
CÂNCER: Somente um, mas leva três anos para um terapeuta ajudá-lo a passar pelo processo.
LEÃO: Um leonino não troca lâmpadas, a não ser que ele segure a lâmpada e o mundo gire em torno dele.
VIRGEM: Vamos ver: um para virar a lâmpada, um para anotar quando a lâmpada queimou e a data em que foi comprada, outro para verificar a nota fiscal da compra, dez para decidir remodelar a casa enquanto o resto troca a lâmpada.
LIBRA: Bom, na realidade, eu não sei. Acho que depende de quando a lâmpada foi queimada. Talvez só um, se for uma lâmpada comum, mas talvez dois se a pessoa não souber onde encontrar a lâmpada, ou...
ESCORPIÃO: Mas quem quer saber? Por que "você" quer saber? Você é um policial?
SAGITÁRIO: O sol está brilhando, está um dia lindo, nós temos a vida inteira pela frente e você está preocupado em trocar uma lâmpada estúpida?
CAPRICÓRNIO: Nenhum - capricornianos não trocam lâmpadas, a não ser que seja um negócio lucrativo.
AQUÁRIO: Vão aparecer centenas, todos competindo para ver quem vai ser o único a trazer a luz ao mundo.
PEIXES: O quê? Ahn? A luz está apagada?
Quantos de cada signo são necessários para trocar uma lâmpada???
ARIANOS: Apenas um, mas serão necessárias muitas lâmpadas.
TOURO: Nenhum, taurinos não gostam de mudar nada.
GÊMEOS: Dois (claro). Vai durar o fim de semana inteiro, mas quando estiver pronto, a lâmpada vai fazer o serviço de casa, falar francês e ficar da cor que você quiser.
CÂNCER: Somente um, mas leva três anos para um terapeuta ajudá-lo a passar pelo processo.
LEÃO: Um leonino não troca lâmpadas, a não ser que ele segure a lâmpada e o mundo gire em torno dele.
VIRGEM: Vamos ver: um para virar a lâmpada, um para anotar quando a lâmpada queimou e a data em que foi comprada, outro para verificar a nota fiscal da compra, dez para decidir remodelar a casa enquanto o resto troca a lâmpada.
LIBRA: Bom, na realidade, eu não sei. Acho que depende de quando a lâmpada foi queimada. Talvez só um, se for uma lâmpada comum, mas talvez dois se a pessoa não souber onde encontrar a lâmpada, ou...
ESCORPIÃO: Mas quem quer saber? Por que "você" quer saber? Você é um policial?
SAGITÁRIO: O sol está brilhando, está um dia lindo, nós temos a vida inteira pela frente e você está preocupado em trocar uma lâmpada estúpida?
CAPRICÓRNIO: Nenhum - capricornianos não trocam lâmpadas, a não ser que seja um negócio lucrativo.
AQUÁRIO: Vão aparecer centenas, todos competindo para ver quem vai ser o único a trazer a luz ao mundo.
PEIXES: O quê? Ahn? A luz está apagada?
Na velocidade em que veio, acho que foi quase uma psicografia...
"Escrevi" ou "recebi", não sei bem, esta mensagem no final de 1994.
Eu não acredito na morte;
Para mim, ela não existe.
Não tenho medo da dor;
Pois uma eternidade luminosa me espera.
Não tenho medo do trabalho;
Pois com ele edifico meu templo.
Não acredito nas lágrimas;
Elas somente devolvem o sal à terra.
Não acredito no homem;
Poi ele ainda não se formou, não existe.
Não tenho medo do ódio;
Tenho um escudo e meu objetivo é a candura.
Não acredito na temeridade;
Ela cega e enche o ego de mediocridade.
Não acredito em limites;
O Criador é Infinito.
O Bem mais Precioso
Não, não é o ouro, não são os diamantes, não são os dólares nem o petróleo.
O bem mais precioso de que dispomos é o tempo.
Temos um tempo de vida. Um tempo determinado para cumprirmos tudo aquilo que acordamos em cumprir. Cada minuto desperdiçado é como se fosse uma gota dourada vital indo ralo abaixo. Porém, em compensação, cada novo minuto é uma nova oportunidade que se descortina.
O tempo não volta atrás. O tempo é inalienável, por mais que o "vendamos" na forma de trabalho. Colocamos um preço no nosso tempo, mas, como é possível quantificá-lo através de um valor monetário? Por que o tempo de um "vale" mais que o tempo de outro? E, por mais precioso que seja, por que o desperdiçamos tão frivolamente? Na frente de um aparelho de televisão, passando freneticamente de um canal a outro. Na frente do computador (epa!)...
A lista do desperdício é imensa! Isso sem contar o quanto gastamos cultivando mágoas e rancores desnecessários, pensamentos obsoletos, dúvidas insolúveis, idéias sem cabimento...
Você com certeza já pensou, e com muita raiva, em coisas melhores para se fazer enquanto estava naquela interminável fila de banco, mas, já ponderou sobre o tempo gasto acompanhando novelas, por exemplo? Aquele tempo gasto não volta atrás...
A cada minuto, a partir do nosso nascimento, estamos mais próximos do suspiro final...
Por mais que tenhamos a eternidade na nossa frente, como espíritos que somos, cada segundo gasto é um grão de areia caído na ampulheta de Melquisedec.
Um antigo filósofo japonês disse que o Tempo é o Senhor Supremo do Universo. Disse também que o Tempo é tão poderoso quanto Deus... É o tempo que fecha nossas feridas, que nos traz a maturidade e que dá uma nova visão das coisas. Claro, para aqueles dispostos a ver.
O tempo... Que o Universo nos dê sabedoria para utilizar o bem mais precioso.
O bem mais precioso de que dispomos é o tempo.
Temos um tempo de vida. Um tempo determinado para cumprirmos tudo aquilo que acordamos em cumprir. Cada minuto desperdiçado é como se fosse uma gota dourada vital indo ralo abaixo. Porém, em compensação, cada novo minuto é uma nova oportunidade que se descortina.
O tempo não volta atrás. O tempo é inalienável, por mais que o "vendamos" na forma de trabalho. Colocamos um preço no nosso tempo, mas, como é possível quantificá-lo através de um valor monetário? Por que o tempo de um "vale" mais que o tempo de outro? E, por mais precioso que seja, por que o desperdiçamos tão frivolamente? Na frente de um aparelho de televisão, passando freneticamente de um canal a outro. Na frente do computador (epa!)...
A lista do desperdício é imensa! Isso sem contar o quanto gastamos cultivando mágoas e rancores desnecessários, pensamentos obsoletos, dúvidas insolúveis, idéias sem cabimento...
Você com certeza já pensou, e com muita raiva, em coisas melhores para se fazer enquanto estava naquela interminável fila de banco, mas, já ponderou sobre o tempo gasto acompanhando novelas, por exemplo? Aquele tempo gasto não volta atrás...
A cada minuto, a partir do nosso nascimento, estamos mais próximos do suspiro final...
Por mais que tenhamos a eternidade na nossa frente, como espíritos que somos, cada segundo gasto é um grão de areia caído na ampulheta de Melquisedec.
Um antigo filósofo japonês disse que o Tempo é o Senhor Supremo do Universo. Disse também que o Tempo é tão poderoso quanto Deus... É o tempo que fecha nossas feridas, que nos traz a maturidade e que dá uma nova visão das coisas. Claro, para aqueles dispostos a ver.
O tempo... Que o Universo nos dê sabedoria para utilizar o bem mais precioso.
segunda-feira, 19 de junho de 2006
Sinceramente?... (comigo mesma)
"O coração tem razões que a própria razão desconhece". (Blaise Pascal)
Bom, o que era doce, acabou mesmo.
Agora vou fazer regime sério: definitivamente, não comer doces - nem bombons salva-vidas - tão cedo.
Bom, o que era doce, acabou mesmo.
Agora vou fazer regime sério: definitivamente, não comer doces - nem bombons salva-vidas - tão cedo.
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